20 dezembro, 2007

Presidentes de junta viabilizam orçamento de Alcanena

A abstenção dos três presidentes de junta de freguesia eleitos pelo PS foi decisiva para a aprovação do orçamento e plano de actividades da Câmara Municipal de Alcanena.

Com os votos contra de toda a oposição (PS, PSD; CDS e PCP), apenas a abstenção dos autarcas socialistas de Serra de Santo António, Louriceira e Malhou possibilitou a aprovação do orçamento em Assembleia Municipal, esta quarta-feira, do orçamento proposto pelo executivo dos Independentes do Concelho de Alcanena (ICA).

O orçamento que apresenta um valor de 15 milhões de euros, inferior em cerca de dois milhões que em 2007, já havia recebido os votos contra da oposição (PS e PSD) durante a votação no executivo municipal alcanenense.

O executivo camarário justificou o menor investimento com a existência de projectos sem verbas definidas e que pretende candidatar ao Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), assegurando que as intervenções prioritárias são a mobilidade, a competitividade e educação.

P.S. Retirado aqui do Mirante online. Sem comentários...

3 comentários:

Anónimo disse...

Estratégia da Fernanda Asseiceira; ir deixando os ICAS arder em lume brando, até Outubro de 2009.

Daí os votos abstencionistas dos 3 presidentes da junta do PS.

Moral da história - não interessam os interesses do concelho, mas as jogadas partidárias.

pm disse...

São estas estratégias, esquemas, ou, chamem-lhe o que quiserem, que me deixam de boca aberta.
Limitarem-se a votar contra ou a favor, tanto me faz.

O que nós queremos é soluções, e a oposição também não as tem.

vitor manuel coelho da silva disse...

Bem dito Pedro ... soluções ... quanto a mim a Freguesia e Minde só tem uma hipótese de voltar a ter população e a ser uma freguesia dinâmica, como foi até há 12/15 anos... construção do Pólo Industrial a Norte do Concelho ...

Podem-me dizer ... mas há pólos relativamente perto - pois há - só que as pessoas que vão trabalhar para Torres Novas ou Fátima, por exemplo, acabam por mudar a residência para essas cidades.

Só não vê quem não quer

E não me venham com histórias de que Minde pode viver só da cultura - também deve viver, mas não chega. Deiem-se de fantasias, por amor de Deus.

Alimentar essa visão redutora é fazer o jogo de quem não quer desenvolvimento económico na Freguesia de Minde.