22 outubro, 2007

Torres Novas : Sempre em Evolução

Torres Novas não pára, e, junto ao hipermercado Carrefour, próximo do Torreshopping e dos acessos à A23, abriu mais uma grande área comercial.



O retail park do Grupo Mateus em Torres Novas abriu na sexta-feira, dia 19, levando à cidade mais 6 lojas com grande superfície comercial: a Worten com cerca de 1400 m2 e que será a maior loja de electrodomésticos da região; a loja do grupo Calçado Guimarães que será também a maior loja da especialidade na região; a loja de vestuário Fabio Lucci; a Allfone, um multioperador de telecomunicações; a Trincanela, uma empresa da região que irá explorar um snack-bar/restaurante neste espaço; e ainda a Kibabo, um espaço comercial de utilidades e artigos de decoração para a casa.
Por concessionar, está ainda um espaço comercial que abrirá em breve assim como a Fabio Lucci, que não vai para já abrir as portas. Ao todo este retail representa uma área de 4500 m2, e vai 323 lugares de estacionamento gratuito, dos quais 236 serão em área coberta. O investimento ronda os 5 milhões de euros e poderá criar cerca de 180 postos de trabalho.

O City Park de Torres Novas, designação oficial do espaço, representa uma parte do investimento mais alargado que foi feito pelo Grupo Mateus no loteamento desta área que envolveu já a abertura do hipermercado Carrefour (e das respectivas bombas de combustível), e para onde se prevê em breve a abertura da Norauto e da Baboab, uma loja de plantas e animais, que abrirá a 7 de Novembro. Ao todo este investimento, significará 20 a 25 milhões de euros e a criação de 450 postos de trabalho.
Ler mais in "O Ribatejo"

3 comentários:

Anónimo disse...

Tão parecido com alcanena,
só com uma pequena diferença:
T. Novas - cresce
Alcanena - emagreçe

pm disse...

Gostei desta !!

Anónimo disse...

Isto é tudo muito bonito, mas por acaso já se questionaram como está o comercio dentro da cidade de torres novas???? Uma lástima: ninguem vende nada. Falam em postos de trabalho, mas nunca falam em quantos desempregados irão ficar.

Nos centros comercias, os "louros" vão para aqueles a que podemos denominar os capitalistas, que se aproveitam da fraqueza dos outros para enriquecerem á custa de altas rendas e comissões sobre lucros, enquanto que no comercio tradicional, os "louros" são diluidos uma faixa de população, aquela a que podemos chamar de classe média, a verdadeira sustentadora finianceira do nosso pais.

Já agora: Vale a pena pensar nisto.

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