07 março, 2007

Expropriação de Terrenos em Minde



Expropriação de terrenos em Minde mais cara que o previsto

«A Câmara de Alcanena foi recentemente surpreendida com o valor estabelecido pelos peritos para a expropriação por utilidade pública de 26 lotes de terreno na área onde vai nascer a futura zona industrial de Minde.
A autarquia, que já arrancou com as obras, previa gastar quatro vezes menos do que foi agora estabelecido pela equipa de peritos chamada pelo tribunal. “Estávamos a contar pagar 200 mil euros pelos terrenos. Agora os peritos apresentam-nos um valor de 800 mil euros”, revela o presidente da câmara Luís Azevedo (ICA).
O autarca garante que não tem explicações para tão grande desfasamento. No dia 28 de Fevereiro, o presidente da autarquia dirigiu-se ao tribunal local para prestar “alguns esclarecimentos a dúvidas da juíza”. Luís Azevedo defende que existem “vícios e deficiências” na apreciação realizada pelos peritos de Leiria. O processo de expropriações aguarda por decisão do tribunal.
As obras, que tinham já começado na zona industrial de Minde, foram entretanto suspensas devido ao mau tempo que deixou os terrenos em estado que não permite executar qualquer trabalho. A suspensão deverá ser levantada em breve, garante o presidente da câmara.»

Publicado em 06.03.07, no Mirante »»»

9 comentários:

Anónimo disse...

Agora é que vão ser elas!
Lá para 2020 temos zona industrial. Estes doutores e engenheiros da camara fazem tudo ao contrario.
Hip,hip, hurra... tornem a votar neles!!!!!!

Carlos Gil disse...

Nao diga mal dos Icas porque daqui a 2 anos voltam a ganhar as eleiçoes. Os industriais gostam dele, bem como os migueis fernandes, os to zes marruas, os lofas, os simoes, os coelhos, os alfredo ruis os to maneis achegas, os jornaleiros do jornal de minde e da igreja por causa das obras nas capelas e igreja, os benjamins da cultura, os bombeiros do fresco, os ruis vaz netos, os catolicos de sacristia, os professores doutos das escolas de minde, os manoleiros, os toninhos das gasolinas, os bararas, os cagados da banda, os albardeiros aféis, os pêpêdês sem eira nem beira, os giles e pires da ninhou, os gameiros, os rogãs, os joseses luises, os menezeiros, é muita gente a apoiar este mentecapto do azevedo.

Anónimo disse...

Ó Carlos Gil,

isto ainda é uma democracia.

Porque é que Vexa. há-de ser mais esperto e douto que todos esses distintos mindericos?!!!

E porque é que não junta um grupo de insatisfeitos como Vexa. e apresenta uma candidatura à câmara ou à junta dentro de 2 anos?

As candidatura independentes de iluminados como Vexa. são permitidas e se tiverem muitos votos ganham uma boa subvençãozita do estado.

pm disse...

Concordo perfeitamente com este anónimo.
Cada um tem direito a ter a sua opinião e dizer mal, só por dizer, não leva a lado nenhum.
O Sr. "Carlos Gil" pelos vistos é a única pessoa certa em Minde. Os outros devem andar todos de olhos tapados.

Anónimo disse...

concordo imenso com o Carlos Gil e por este andar a dita a suposta a imaginaria zona industrial ficará para dois ou três e podem por o bate-chapas na lista e o ganga

pm disse...

Porqueserá que em Minde quando se discute alguma coisa, as pessoas só pensam em nomes ?
Discutir idéias, conceitos e obras é o que entendo que deve ser feito.
Vamos deixar-nos de politiquices de algibeira e remar todos no mesmo sentido !

Anónimo disse...

Acho muito bem que a câmara pague um preço justo pelos terrenos.

Vir agora dizer que esperava pagar apenas € 200 mil pelos terrenos (40 mil contos!) é ofensivopara os proprietários dos terrenos.

Alguém, no seu perfeito juízo, se fosse proprietário de toda aquela área, vendia-a a alguém por apenas 40 mil contos?

E se esse alguém vendesse, quantas dezenas de nós não licitaríamos logo os terrenos e os tentaríamos comprar?

A resposta a estas perguntas é bastante para se ve que a estimativa que a câmara fez estava completamente desajustada. E estava assim por um destes motivos:

1) o avaliador da câmara é um incompetente;

2) o avaliador da câmara avaliou "a pedido";

3) a câmara baixou propositadamente o valor, pensando que com o interesse público, os tribunais, etc., acabaria por ficar sempre com aquilo, nem que demorasse muitos anos;

4) o presidente, vereadores e técnicos foram neste caso incompetentes;

5) descobriram entretanto petróleo naqueles terrenos.

abraços,
toino

Anónimo disse...

pois ,pois mas a pensar morreu um burro ....

Anónimo disse...

O Azevedo gastou os neuronios todos quando teve que escolher o popó novo. Isto da ZIM interessava alguma coisa ? Até dava jeito o orçamento ser pequeno para sobrar para o BMW.