16 fevereiro, 2009

CPM - Casa do Povo de Minde




Sob a presidência do Sr. Rogério Venâncio, realizou-se no dia 13 a Assembleia Geral da Casa do Povo de Minde.
O início da sessão contou com a apresentação e aprovação de contas relativas ao ùltimo triénio, seguido da apresentação da proposta de compra de uma faixa de terreno para ampliação do cine-teatro, de acordo com o novo projecto de remodelação do mesmo, cujo projecto de arquitectura se enconta em fase de conclusão. Um excelente projecto que irá tranformar o Cine-Teatro num bom espaço cultural para servir Minde, e que disporá de auditório, palco polivalente, e de um espaço superior multifacetado para exposições, assembleias, pequenos espectáculos, cursos, etc.

Do 3º ponto constava a apresentação da proposta de inclusão e constituição dos 4 núcleos de actividades, seguindo-se um breve historial, descrição dos programas em agenda de cada núcleo e as vantagens de uma colaboração integrada.
Por unanimidade foi eleita a única lista proposta para assumir a direcção do próximo triénio, presidida por Henrique Lobo, e passando a contar com dois vogais de cada núcleo. O presidente da Assembleia Geral continua a ser o Sr. Rogério Venâncio, que apadrinha esta iniciativa com muita esperança neste novo projecto de união de forças, e um grande passo na dinâmica para levar a efeito a remodelação e renovação do cine-teatro.

Em Resumo:
Uma reunião bem disposta, animada, e que trouxe muita esperança de que algo de novo irá surgir. A avaliar pela quantidade (e qualidade) de eventos que os 4 núcleos da CPM se propôem realizar ainda este ano, dá para perceber a multicidade de actividades da nova Casa do Povo de Minde. Duas peças de teatro em produção, o 5º Festival de Jazz de Minde (Abril), o evento BTT Minde 2009 (Junho), uma Maratona e Exposição Fotográfica, etc., para além da parceria no grandioso Projecto Entre Serras de Tiago Guedes (Novembro), e de pequenos projectos esporádicos. É obra !!
Não será por falta de iniciativas que Minde se irá queixar !!!

Na próxima edição do Jornal de Minde será publicada a respectiva acta da Asembleia Geral da CPM.
Parabéns á Casa do Povo de Minde e votos de longa vida !!

40 comentários:

Anónimo disse...

Boa noite: Na notícia sobre ao cine teatro refere-se:..."proposta de compra de uma faixa de terreno"...
Podem indicar para onde estão a pensar ampliar o cine-teatro? A norte confronta com uma casa de habitação, a sul com a avenida J. A. de Carvalho, a nascente com a mesma avenida e a poente com o jardim de infância...
Obrig

Anónimo disse...

É EM TUNEL

Anónimo disse...

As escolas desaparecem e será criado um edificio suspenso com estacionamento por baixo, à americana.

Anónimo disse...

A parcela de terreno a adquirir por preço simbólico à Câmara é uma faixa de terreno pertencente hoje ao Jardim de Infância.

A Câmara ainda terá de aprovar isso e, provavelmente, as Escolas e o Conselho Municipal de Educação também terão de ser ouvidos.

Na minha opinião, isto não faz muito sentido. Sentido faria comprar a casa devoluta que se encontra a norte da Casa do Povo.

Se isto fosse em Alcanena era isso que se fazia e não havia necessidade de estar-se a cortar um terreno que há décadas está ao serviço da educação dos jovens mindericos.

wolfinho disse...

Vozes de burro não chegam ao céu.

O futuro de minde está neste anónimos, eles sim vão mudar minde.

Anónimo disse...

O Sr wolfinho esteve com certeza na reuniãodo teatro. Diga-nos, em vez de nos chamar burros, para onde vão ampliar o cine-teatro: para a avenida não deve ser; para a rua das escolas também não me parece possível; para o jardim-escola muito menos-afinal não é lá que está o VERDADEIRO FUTURO de Minde?
Resta a casa particular. Foi vendida?

Anónimo disse...

Dia 20 6ª feira na assembleia municipal vai-se decidir o futuro do largo das eiras - antigas escolas deitadas abaixo.

pm disse...

Eu, PM, o autor do post, até sei quase todos os pormenores do assunto porque estive presente na Assembleia Geral da Casa do Povo, cujo convite foi aberto a quem quisesse participar.

Foi estipulado, por sugestão do Presidente da Assembleia, que a Casa do Povo de Minde publicaria a respectiva acta na próxima edição do Jornal de Minde.

Não compete ao Minde-Online (nem a mim), ser porta-voz oficial de qualquer colectividade, que neste caso, e muito bem, escolheu o Jornal de Minde para divulgar a respectiva acta. Acção que nem todas as colectividades praticam.

Sei que algumas baboseiras que já aqui se escreveram são líricas mentiras. E, já agora, eu quando tenho tanto interesse em saber algo, ou apareço no local da discussão, ou, no mínimo, dou a cara para perguntar. Certo, caros anónimos?

Leiam e assinem o JORNAL de MINDE!!!

wolfinho disse...

Assino por baixo.

Nem para fazerem uma simples pergunta tem coragem de dar a cara, mas para criticar...

Anónimo disse...

wolfinho,

Apenas disse que vão cortar um terreno ao Jardim de Infância, que na minha opinião não é grande ideia e que ideia boa era comprar a casa devoluta.

Não sei se é uma ideia certa, mas burra não me parece, e burro também me parece que não sou. Parvo sou de vez em quando, mas burro não me parece...

Como presidente da direcção da Casa do Povo e o Pedro Micaelo como director, não queiram já ficar com os vícios de outros que tanto têm criticado: a minha ideia é que é boa e a minha colectividade é que é importante, o resto, Minde incluído, vem depois.

Não fica bem e perdem legitimidade para vir falar de outras coisas.

pm disse...

Conversa anónima da treta com espirros e farpas do tal veneno.

Oh homem, acorde! Há mais de um ano ou dois que a maqueta tem estado exposta na entrada do Cine-Teatro com desenhos na vitrina.
Quer lhe mandem um relatório a casa?
Como, se nem sequer tem nome?

Anónimo disse...

Não se podem fazer perguntas aos meninos? Os meninos já foram alguma vez às assembleias municipais dar a cara? Humildade, meus senhores, humildade - e quando vos criticarem (assinando) não vetem os comentários como costumam fazer.

wolfinho disse...

Sabado dia 28 de fevereiro vai ser pintado o palco do cine-teatro, podem aproveitar trazer uma trincha dar uma mãozinha à malta e ver o projecto e in-looc tirar as duvidas que tiverem e trocar opiniões de forma bem construtiva.

Apareçam, são bem vindos

Anónimo disse...

Vocês ainda dão trela a esse anonimus mindricus?

Anónimo disse...

Deviam fazer um referendo à população de Minde sobre a cor da pintura do palco e após isso perguntar ao sr. Contra se ele está de acordo

pm disse...

Não se pode falar assim, porque, pelos vistos, estamos perante um "general" expert em assembleias. e das grandes - as Municipais. Attention please !!!

wolfinho disse...

Vai ser pintado de preto.
Podem trazer as trinchas.

Vizinho do Carro Velho disse...

Bem ou Mal consoante a opiniao de certos, o que interessa é que vai arrancar um novo projecto que visa dinamizar Minde e a sua População.

Este tipo de iniciativa é sempre de louvar, visto que ira reaproveitar um espaço historico de Minde que ira ser preenchido com este tipo de iniciativas que tem faltado nos ultimos anos.

Um espaço do Povo para o Povo.

Anónimo disse...

Não estou, de forma alguma, contra a valorização da casa de teatro. Estou é bastante surpreendido com o facto do sr wolfinho e pm acharem natural que isso seja feito à custa das antigas escolas primárias, hoje jardim de infância público de Minde.Se fosse ao contrário, também achavam bem?E se fosse o jardim de infância particular de Minde? Atreviam-se a tal? Meus senhores, isto-infelizmente-, só me parece possível de acontecer,... em Minde.E só prova que muitos dos que se consideram defensores de Minde, afinal o que defendem é, apenas e cegamente, as suas colectividades ou os cargos que nelas ocupam. É o salve-se quem puder: é preciso prejudicar uma escola...no problem! Uhm, assim é que não vamos lá!
Ah, e já agora, posso parecer burro, mas garanto-vos que não sou.

pm disse...

Já chega de melgar!
Se é burro ou não, não sei, mas que revela ignorância e não sabe do que fala, isso é verdade.

É um venenoso que adora espirrar bitaites, mas sabe pouco. É um medíocre anónimo, vegetativo e marginal.

Só publiquei o seu comentário apenas para lhe poder chamar estes nomes, mas não lhe irei dar mais espaço de antena.

Agarre mas é na trincha, e deixe-se de moengas...
(só que isso dá trabalho)

Anónimo disse...

porra!
eu não sou o anónimo que insultaste aqui em cima, mas espero que publiques o meu comentário:

então agora as pessoas não têm direito a discordar das tuas opiniões e de outras pessoas?!

não era este um espaço de liberdade e debate, onde se zurzia e zurze nas pessoas, colectividades e instituições que apenas olham para o seu nariz, que escondem coisas das populações e não admitem qualquer discordância?!

o que é que mudou no pedro micaelo e no wolfinho, para reagirem tão violentamente a algumas críticas, que chamam a atenção, sem ofender, para algumas coisas óbvias, que influenciam mais pessoas e interesses que a colectividade casa do povo ou o projecto A ou B?!

pelos vistos, isto é tudo a mesma coisa, havendo hipocrisia por aqui a rodos.

bem dizia o outro: não se pode dar um poucochinho de poder a um português, que ele tende logo a abusar dele...

wolfinho disse...

Caro amigo anónimo, não entendi onde reagi mal!
Critiquei anónimos por pegarem num assunto que o deturparam só para fazer crítica baixa
Pegar num tema que diz que a casa do povo vai adquirir um faixa de terreno (pequena tira) e transformá-lo num assunto de demolição das escolas, é ou não é critica baixa?
Mas mais uma vez com toda a diplomacia convido estes críticos anónimos (incluindo a sí) a vir sábado dia 28 ao teatro dar uma mãozinha na pintura do palco e observar todo o projecto de requalificação do cine-teatro bem como ver a tirinha de terreno a adquirir pelo mesmo.
Fico à espera…

wolfinho disse...

P.S: Tragam trinchas que as que há não chega para todos.

Anónimo disse...

Dear Anónimo

Isto é um problema de falta de "trinchas" e de chá.

Na realidade cada um tem o direito de se julgar importante e imprescindível no seu cantinho.

Anónimo disse...

ó pedro,
mas aqui alguém falou em demolição de escolas ou de edifícios, se não tu?!

do que se falou, AQUI, foi apenas de uma tira de terreno, das pessoas concordarem ou não com isso e se as pessoas tinham ou não conhecimento.

não é preciso estares com a mania das teorias da conspiração. para demolição de escolas, já tivémos o sr. azevedo, o sr. luís pires, o sr. antónio branco e o resto da ganga, nas mesmas escolas onde alguns, que também não gostaram dessa demolição, querem agora construir o CCB do alto ribatejo, também às escondidas do zé povinho minderico...

mas olha, fica sabendo isto:
na altura, ao contrário do que julgas, alguns mindericos sabiam que aquilo ia ser feito. outros, pelo contrário, não o sabiam e só o souberem com o facto consumado. nesse pote estás tu, tenho a certeza.

e agora, pergunto-te:
- o facto de alguns saberem e nada dizerem, torna o acto legítimo e correcto e, por algum milagre, todos temos de concordar com ele?!

- se, por absurdo, esse acto tivesse sido votado numa qualquer reunião ou assembleia geral, com a presença de meia-dúzia de pessoas, sem pouca ou nenhuma informação à população em geral, torna o procedimento correcto e transparente?!

- e, podem meia-dúzia de pessoas, que não representam a população, que não são eleitas ou por vários motivos que não cabe aqui destrinçar, apenas elas têm direito a decidir (por ex. na assemb. de câmara), podem fazê-lo livremente e sem especiais formalismos ou obrigações relativamente a bens públicos e de interesse público fundamental e geral das populações?!

concordarás que não, tenho a certeza!

aqui chegados, verás que um dos problemas de quem está nestas coisas é também saber colocar-se do "outro lado". e, por isso, é que as pessoas verdadeiramente intocáveis, sem nada que se lhes possa ser apontado, vão cada vez mais rareando.

pelo contrário, os maquiavéis de pacotilha, dos "posso, quero e mando", dos "superiores fins justificam os meios" e os dos "no fim, verão que estava certo e que vos poupei tempo com discussões inúteis", vão abundando cadaa vez mais...

Abaixo a hipocrisia e aqueles que falam de alhos e fazem bugalhos.

São precisos mais 25 de Abril!

Anónimo disse...

Há censura neste blog: não é publicado o que não está conforme as opiniões dos donos do blog.

pm disse...

Há censura sim senhor. E sou eu quem recusa ou aceita publicar a maioria dos comentários.
Já é assim há muito tempo, irá continuar a ser, e neste post recusei alguns comentários anónimos.
Também já expliquei que o Minde-Online não é espaço para tempo de antena de alguns. A internet é grande, escolham outro local.

Sobre a Casa do Povo quero apena dizer que integro o novo grupo directivo, ocupando funções como um dos 8 vogais (2 por núcleo) em representação do núcleo Media Minde.

Assisti pela primeira vez a uma assembleia da CPM com o objectivo de integrar este novo projecto dos 4 núcleos. Foi nessa assembleia (até muito publicitada) que tive conhecimento de alguns pormenores sobre o projecto de obras que a CPM pretende projectar para o futuro. Ou seja, remodelar o Cine-Teatro de modo a permitir que o mesmo seja um espaço mais funcional, vivo e multifacetado. Um espaço moderno, adaptado a novas exigências funcionais e até legais, e que não sirva apenas para o teatro e um ou dois espectáculos anuais, mas também para fins muito mais diversificados. Um espaço para Minde usar.

A maqueta já a conhecia de há um ano ou dois e soube na reunião que para a viabilade lógica e prática do projecto é necesária uma pequena e estreita faixa de terreno a desanexar ao recreio das escolas, sendo que o mesmo já tinha sido negociado com a CMA pela anterior direcção. Apenas estava sujeito a ratificação da assembleia geral da CPM, conforme estatutos, tendo sido aprovado por unanimidade.
Isto é o que sei, e por mim, tudo bem. Concordo, não vejo qualquer inconveniente grave, e até estou disposto a colaborar para que esta obra possa um dia vir a ser uma realidade em Minde.

Não tenho estado a ser muito simpático nestes comentários, e até um pouco irritado, porque um anónimo que se auto-multiplica em vários personagens entende que sob o anonimato pode dizer o que quer, citar quem quer conforme muito bem entende, seja verdade ou mentira, e ainda pensa que eu tenho o dever de lhe dar explicações sobre o que se passa na CPM, ou outras.
Eu sei que ele adora estes shows de polémicas, mas tá enganado.

A CPM é uma colectiviade idónea que através do sugerido pelo Presidente da Assembleia, escolheu o Jornal de Minde para publicar e dar conhecimento a Minde sobre o futuro da associação, projectos e respectiva acta do deliberado.
Seria uma descortesia (e desconsideração para com o JM e CPM), eu ou outro, vir para um blog antecipar-me e revelar pormenores concretos da assembleia.
No post apenas me limitei a dar uma panorâmica geral como um simples observador. Não me compete mais, e até acho que ficava mal.

Para saberem o decidido e a acta oficial têm de ler o Jornal de Minde. É simples.
Talvez o JM esgote na próxima edição !!!
Depois disso, até posso vir a falar sobre o assunto, mas até lá...

Um bem-haja!!!


PS: Para o anónimo do comentario que se dirige a mim:
- Leu mal! Em lado nenhum referi a demolição das escolas.

Anónimo disse...

Porra, estás sempre do CONTRA. Grande projecto esse do media. Quando é que abre a TELEVISÃO DE MINDE? A SIC e a TVI que se cuidem.

Ps: há por aí uns chás que fazem bem à arrogância.

xaralcan disse...

Ola Pedro
Penso que ao tolerares comentarios anonimos no blog ficas sempre sujeito a controversias e discussoes inuteis.
Acho que quem vem sem maldade e com ideias validas e objectivas nunca tem medo de assinar por baixo dos comentarios.
É tempo de pores ordem nisto mesmo que digam que hà censura. Nao és obrigado a deixar entrar toda a gente em tua casa pois nao? De qualquer maneira quem quer falar mal fala sempre.
"Os cäes ladram e a caravana passa"

Passem bem
Emidio Pereira

JMQ disse...

Boa Noite

Depois de muito assistir a esta polémica sobre uma faixa de terreno (ninguém disse a sua área) a desanexar do terreno das escolas, quero deixar aqui o seguinte comentário:

1. É interessante verificar que continua tudo na mesma. Além dos editores deste blog, mais ninguém se identifica. Todos os meus conterrâneos são ilustres anónimos.

2. Não percebo esta polémica. No texto inicial refere-se «uma faixa de terreno». Uma faixa de terreno NÃO É uma casa, edificio, etc. Só poderia ser no local em questão.

3. Que me lembre, as escolas não estão coladas ao cine-teatro. Há um espaço de alguns metros. Mas verdade seja dita, e procurando por todos os comentários, que a primeira pessoa a falar em demolições foi um dos editores. Não vamos por aí!

4. As pessoas são livres de dar opiniões. O edificio a norte seria uma alternativa há uns anos atrás, mas se a maqueta está à vista de todos há tanto tempo, para uma coisas reclama-se que não há maqueta, ninguém sabe, agora quando a há, levanta-se outro problema. Em Minde é-se condenado por ter cão e não o ter.

5. É importante actualizar e renovar aquela casa de tanto significado para os mindericos. O resto é negócio: uma instituição sem fins lucrativos compra e uma parte pública aceita vender ou ceder. Tudo bem explicado e publicado nos devidos meios.

6. Que todas as outras instituições sigam o exemplo e não se refugiem no «vão à Assembleia-Geral e perguntem». Esquecem-se que há sócios que pagam quotas e não vivem em Minde, alguns até serão emigrantes. Esses sócios não terão o direito de serem informados? Enviam-lhes as actas por acaso?

7. Que contraste com o sucedido nas outras escolas! Aí sim, reina o silêncio, o segredo. Alguém conhece a «outra» maquete? Se calhar uns previlegiados. como por exemplo a directora pedagógica do CAORG, alguns dos seus directores, por aí.

8. Continua Micaelo com os anónimos com censura. Se não «ele» não se cala. Uma coisa é permitir anónimos com conta peso e medida, mesmo a dizer mal da gente. Outra foi proibir «in seu sitio» todo e qualquer comentário. Onde está a censura, afinal?

Anónimo disse...

JMQ
1- Não compare as outras escolas com esta: nesta HÁ CRIANÇAS e, segundo se ouve dizer, há sempre algumas em "linha de espera" cujos pais são obrigados a matricularem-nas noutros jardins públicos de localidades perto ( Covão do Coelho, Casais...).
2- "Uma parte pública aceita vender ou ceder": é pena que tão poucos saibam destas vendas... Mas então, não há um órgão concelhio para se discutir estas questões?
Esta "parte pública" que assim vende ou dá, só o faz porque é em MINDE.
3- "É importante renovar aquela casa": tb CONCORDO . Mas sou da opinião de outro anónimo: -à custa das escolas, NÃO.
4- É verdade , "há um espaço de alguns metros"... Alguns metros que dão para um carro passar, ou seja, muito pouco.A dar esse espaço para o cine- teatro, as crianças deixam de poder passar por esse lado, obrigando a que tenham de dar a volta às escolas.
5- E se tivesse um dos seus filhos neste jardim? Não preferia que tivesse um espaço condigno para as brincadeiras?
Ou melhor: se quisesse pôr um dos seus filhos neste jardim e lhe dissessem que teria de ir para uma localidade à volta, não perguntaria, PORQUÊ? Não seria possível criar mais um lugar neste jardim? Afinal, lembro-me que há uns anitos atrás, havia lá 2 lugares, ou seja 2 salas em funcionamento. Não poderíamos caminhar novamente para tal? E a ser assim, o espaço ( pequeno) que agora irá ser cedido, FAZ MUITA FALTA.
Por ter uma opinião diferente (repito: NÃO ESTOU CONTRA O TEATRO), acha que estou a ofender alguém?

JMQ disse...

Não, não está a ofender ninguém. Prova disso é que fui EU que publiquei o seu comentário.

O facto do terreno poder ser cedido a outra instituição não prejudica a quantidade de crianças que pode ou não frequentar o jardim escola. Não se está a deitar abaixo nenhuma construção, apenas a diminuir um espaço de recreio.

Quando uma empresa se expande à custa do parque de estacionamento dos seus empregados, não é por isso que os empregados se vão embora, não acha? E quantos recreios são (ou foram) diminuidos na sua área para se fazerem mais salas de aulas? Aí temos MAIS crianças para MENOS recreio.

De qualquer modo esta discussão vem tarde. Só agora é que se apercebeu que este terreno era para o teatro? Então o projecto não era público há uns anos? Ou isso era omisso? Não sei, como deve compreender não o vi.

Anónimo disse...

"...qd 1 empresa se expande à custa do parque de estacionamento dos s/ empregados..." Está equivocado: o teatro não pretende expandir-se à custa do parque de estacionamento dos SEUS EMPREGADOS. Quanto muito, dos empregados DOS OUTROS.O que é bastante diferente, convenhamos.
A alusão que faz de comparar uma faixa de terreno destinada ao recreio de crianças com um parque de estacionamento de automóveis, não lhe saíu lá muito bem...francamente, isso é querer explicar o inexplicável.
"Mais crianças para menos recreio"... Não, sr jmq. Não estamos a tratar de uma qualquer mercadoria facilmente empilhável!

wolfinho disse...

Tragam mas é as trinchas amanhã e aproveitam para ver que estão a fazer uma tempestade num copo de água.

Não inventem problemas onde eles não existem, à 2 anos que o projecto está afixado no hall de entrada do teatro, amanhã quando vierem com as trinchas e os rolos podem tirar as vossas duvidas.

Cá os espero amanhã a partir das 9h.

Anónimo disse...

Confesso que, por falta de tempo, de disposição e de interesse, tenho andado afastado das lides bloguísticas. Estava-me a passar ao lado esta polémica sobre a Casa do Povo de Minde.
Queria deixar, desde já, muito claro que tenho o maior respeito por todas as Instituições Mindericas e pelas pessoas que por elas se sacrificam e procuram dar o melhor na sua defesa e desenvolvimento; isso não significa que tenha que concordar com tudo o que fazem e com todas as decisões que tomam.
Qualquer Minderico, mesmo que não seja sócio de determinada instituição, tem o direito e o dever, de se pronunciar sobre as orientações tomadas; é um dever cívico, de que não podemos nem devemos alhear-nos, sob pena de, mais tarde e depois dos factos consumados, não termos qualquer legitimidade para criticar o que foi, ou não, feito!
Do mesmo modo deverão proceder os responsáveis das diversas instituições; embora se sacrifiquem por elas, muitas vezes com prejuízo pessoal, não se podem considerar imbuídos de qualquer desígnio divino que os coloque acima das críticas e sugestões de quem tenha uma opinião diferente!
É assim que deve ser em democracia!
Não é assim que, muitas vezes, entendem os responsáveis das nossas “Forças Vivas”; convencidos que são portadores da verdade absoluta, reagem mal à crítica e não admitem, muitas vezes o contraditório!
Contrariamente ao que possam pensar acho que essas atitudes enfraquecem as instituições e retiram, muitas vezes, legitimidade a decisões tomadas que, pela sua importância e implicações, deveriam ser tomadas por consensos alargados!
É deprimente ver responsáveis virem com argumentos, tipo posso, quero e mando, alegando que os Mindericos teriam a obrigação de terem conhecimento dos projectos, que devem ir às reuniões, que isto, que aquilo, blá, blá, blá…!
No caso em apreço eu desconhecia, como certamente muitos Mindericos, a existência de uma maquete com os desenvolvimentos projectados para a Casa do Povo de Minde, e as suas implicações com o Jardim Escola adjacente!
Daí que, alertado para a situação, fui ler o artigo do PM e as posteriores intervenções.
Foi com pena que vi respostas dos responsáveis da CPM, PM e Wolfinho, que revelam, para além de alguma deselegância, aquela veiazinha ditatorial, muito frequente em Minde, de quem está no “poder”, logo detentor da verdade, logo isento de críticas, logo injustiçado, logo sobranceiro porque desafiado na sua autoridadezinha!
E depois, “last but not least”, aparece em liça, aquela espécie de “Priorado do Sião”, qual Santo Graal da informática, que dá pelo nome de JMQ que, à semelhança do que chegou a acontecer no Portal Minderico, também tem poderes para publicar ou não publicar textos, enfim dar escape à sua tendência censória; a minha alma ficou parva mas quem tem que se preocupar é o Micaelo, não eu!
Mas passemos aos factos:
1 – Parece que a CPM pretende reformular-se e tornar-se um espaço vivo ao serviço de Minde, como, aliás, tem procurado fazer ao longo dos anos, orientação que merece todo o meu apoio;
2 – Segundo percebi, para além das obras no seu interior, daí a mobilização geral às trinchas insistentemente feita pelo Wolfinho, a CPM planeia uma ampliação que, a realizar-se, iria ocupar parte do recreio, já pequeno, do Jardim de Infância;

Parecem-me ser estas as premissas que estão na origem deste debate, já com 34 intervenções, algumas delas, devo confessar, deprimentes e reveladoras, algumas, daqueles tiques tão frequentes nas elites mandantes mindericas.

Com que direito é que o Wolfinho, na resposta a um anónimo (post de 18 de Fevereiro de 2009) que tem uma intervenção correcta e educada o apelida de burro? O facto de pertencer à Direcção da CPM confere-lhe esse direito?
Não seria melhor ficar-se pela mobilização das trinchas ao invés de responder, destrambelhadamente e sem classe, a perguntas correctas e pertinentes?
Parece evidente que, nas obras de ampliação da CPM, se prevê o corte do recreio do Jardim de Infância. Verifiquei no local, que, entre o edifício da Escola e a CPM, há um espaço, na sua parte mais larga, de cerca de 3,5 metros. Alguém de bom senso pode achar correcto que se diminua o espaço de recreio das crianças que já é exíguo? Não sabem os responsáveis da CPM que o espaço da Escola já não é suficiente para todas as crianças de Minde?
Depois o PM também vem dar uma de “virgem ofendida”, devidamente acolitado pelo Wolfinho, claro!
Caro Pedro, o anonimato, em Minde até é salutar e sabes porquê?
Em Minde, todos são amigos de todos mas se alguém mete a pata na poça ou tem algum azar, a invejazinha vem ao de cima; daí as pessoas resguardarem-se. Eu, que vou enviar este texto como anónimo, poderia deixar de o ser se assinasse “José dos Anzóis”! Assim já estava bem para ti?
Não será melhor uma contribuição anónima, feita com correcção e espírito construtivo, do que um post ofensivo assinado com um nome qualquer?
Não concordas que a expansão da CPM, roubando terreno à Escola, é um atentado às nossas crianças que tão pouco espaço têm para brincar? Estás convencido de que isto se passaria em Alcanena?
Nas tuas respostas às intervenções anónimas (não vi nenhuma ofensiva) revelas uma falta de respeito pelas opiniões expressas e, por vezes, uma indelicadeza que julgava nunca subscreverias!
Já viste o teu post de 20 de Fevereiro de 2009?
Oh Pedro, que lástima! Tens que tomar um Xanax!
Ou então, para além do comprimido que sugeri, pede ao Wolfinho que faça uma angariação de chá de tília!
É claro que, quem se põe a jeito como tu, está sujeito a ler o que escreveu o anónimo seguinte que tem toda a razão!
Caro Pedro, não é pelo simples facto da Direcção da CPM considerar a expansão para o terreno das Escolas (?) uma decisão correcta, que todos temos que concordar com ela; eu não concordo, ponto final!
Admito que faças censura para comentários ofensivos embora nunca cheguemos a saber o que consideras, ou não, ofensivo; esse é um risco que estas coisas da net têm! Se não querias que este assunto fosse comentado no Minde-on-line, não tivesses publicado excertos daquilo que, penso, será a Acta.
Por último uma palavra para esse inefável guru bloguístico/informático que dá pelo nome de JMQ!
No seu brilhante (?) post de 23de Fevereiro, nomeadamente no intróito, o JMQ confessa desconhecer a área a desanexar das Escolas o que, à partida, fragiliza as suas opiniões sobre a correcção do chamado “negócio”! Depois diz uma daquelas verdades, tipo “La Palisse” : Uma faixa de terreno não é uma casa, edifício, etc! Brilhante, como argumento, caro Watson!
Volta a afirmar a existência de uma maqueta que, tal como eu, desconhece.
Depois mais uma pérola no ponto 5 : O resto é negócio!
Quer com isto dizer, este preclaro Minderico na diáspora, que desanexar uma faixa de terreno a um exíguo recreio de uma Escola, não passa de um negócio! E as implicações para a Escola não são contabilizáveis? Se os seus filhos (netos?) estivessem nessa Escola teria o mesmo tipo de raciocínio?
Algo me diz que, complicadinho como o senhor é, não teria a mesma complacência para com este “negócio”!
Também concordo inteiramente com o que diz no ponto 6; há pessoas que podem, por impossibilidade, física ou outra, não ter conhecimento do que se passa!
Como não há bela sem senão, no ponto 8, destrambelha de novo e vai procurar bodes expiatórios em velhos ódios de estimação!
Recalcamentos, quem sabe!
As pérolas continuam no post de 26 de Fevereiro (resposta a um anónimo anterior) e aqui, devo confessar, algumas afirmações raiam a imbecilidade!
Eu não queria acreditar quando li o segundo e o terceiro parágrafos desta brilhante e esclarecida intervenção digna de um líder do Burkina Faso, com o devido respeito aos líderes desse País que, provavelmente, corariam de vergonha perante tanta alarvidade!

Resumindo e concluindo:
1- Sou contra a desanexação do terreno do recreio das Escolas;
2- Se a Câmara tivesse vergonha na cara cederia todo o terreno das Escolas à CPM e construiria novas Escolas com mais capacidade;
3-Sou a favor do melhoramento da CPM de forma a torná-la num espaço vivo ao serviço da comunidade.

Minde 28 de Fevereiro de 2009

pm disse...

Caro Anónimo,
Com a tal "arrogância" que me caracterizou no seu texto, quero dizer-lhe que escreve bem mas não me alegra.

Começa por confessar que tem andado afastado das lides bloguistas, mas depois revela-se muito atento a todos os pormenores destes comentários (e outros), não se coibindo (e quase somente) de criticar as três únicas pessoas que estão devidamente identificadas.

Aprecia polémicas e aprendeu que é mais fácil ser-se anónimo contra alguém do que ser alguém contra anónimo.

No meio de toda a sua grande conversa (que identifico muito bem), quero subscrever uma sua brilhante conclusão:

"Se a Câmara tivesse vergonha na cara cederia todo o terreno das Escolas à CPM e construiria novas Escolas com mais capacidade"

Anónimo disse...

Oh Micas, vocês têm aí um amigo que não vos larga a barguilha. Estimem-no, porque com mindricus vulgarius desses nem precisam de mais inimigos. O homem não é venenoso, é uma víbora. E das que cheiram mal. Tão mal que até aqui lhe cheiro o pivete a bufar pelo bigode. Mandem-no ir ver se chove na borda da mata :-)

xaralcan disse...

Micaelo, vai por mim:
Lembra-te do proverbio " Os cäes ladram e a caravana passa ".
Ainda tens estomago para aturar esses Senhores Doutores Incognitos que escrevem täo bem, com "estrambelhos???" e tudo, a "entrarem em tua casa" aos gritos?
Eu näo tinha pachorra...


Emidio Pereira

pm disse...

Viva Emídio,
Realmente, às vezes, não há mesmo pachorra para alguma gente.

Mas já levo uns anos disto e estou-me marimbando para esse tipo comentários. Já estou vacinado!!
Um abraço

Anónimo disse...

Eu acho que aquilo não é um comentário do VMCS. Não é a pinta dele, e como já disse o PM em outro post anterior, ás vezes não precisam de se identificar, pois pela forma como escrevem conseguimos saber quem é, principalmente se for alguem que comenta muito.

Mas vou dizer o que eu acho que interessa:

Eu fiz a primária nessa escola, meu professor foi o Abilio, estava na sala do primeiro andar. Quando havia o "recreio" nós adoravamos correr á volta da escola, e subir aquela pedra que está na parte de trás. Ora eu acho que 3,5metros já é relativamente estreito.

O PM e o Wolfinho não estão sensibilizados com isto, pois se calhar nem estudaram naquela escola. Se fossem pais de filhos, pensavam de uma outra maneira.

Respeitem as crianças, pois de facto são elas o nosso futuro.

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