



Gosto!! Um trabalho bem concebido.
Talvez um revestimento com uma pedra mais regional..., mas, muito bom!
ALCANENA-ONLINE
MINDE-ONLINE
JAZZMINDE
VITORIA M
ARQUITEK
BV MINDE
XARALES
BTT MINDE
CICLO BTT
NET COMPUTERS
DISTINUS
SKA-NEVASSE
ACTUAL X
BÉU-BÉU



Caros charales, carranchanos e covanos,
cópios planetas a todos os que são António Forno pelo Ninhou e pela sua piação. Muitos paracópios por este engenho que permite piar a modeia e sobre a piação através da tece-tece. Já fazia muita ardença uma baiuca como esta. VAMOS JORDA-LA para não deixar a piação encolher os mirantes!
Mirantei a borboleta no jardim de Camões, na terruja a duas das da póvoa do Casal Médio de Cima mas engenho agora na classe ancha do Touquim, na terruja das babosas do país dos marcos, e acima de tudo sou António Forno pela Piação.
O meu engenho com a piação ao nível da classe ancha do Touquim começou no planeta ancho de 2001 e desde aí tenho jordado as gâmbias ao engenho para não deixar a piação escadeirar e para a tirar do irmão do Quiqui. Eu penetro que já são muito teodorinhos os charales que ainda piam à modeia e penetram a piação; os terraiozinhos (os chararales do que há-de vir) já só dão ao badalo na piação do Camões, o que é muito didi para a piação.
Para mim a piação além de muito cópia é como uma herança de videira não só para o Ninhou como para todo o jardim de Camões e por isso tem de ser engenhada com detalhe.
Não devemos ter vergonha de dar ao badalo na piação porque ela não é ferro velho e não é mais didi que a piação do Camões. Fazia ardença uma do bandarra por sesta, por exemplo, a piar à modeia na classe do Touquim no Ninhou - talvez no que há-de vir!
Jordemo-nos então agora para fazer desta baiuca uma classe do Touquim da tece-tece para todos que queiram penetrar a piação. Jordo-vos a minha ajuda e a disponibilidade para ser a vossa Touquim com o que penetro.
Sou vila franca pelo engenho dos charales.
Fredericos de cópia maqueda e um cruzeiro a todos.
Vera Ferreira in Fórum de Minde

António Aguiar - Esculturas
.
Minde ao nascer nada tinha
E nada lhe prometia,
Além de luta esforçada
Por pão e água minguada,
A serra agreste e bravia;
Mas foi forte de vontade.
Querer, na verdade, é poder...
E arrostando desenganos,
Depois de oitocentos anos,
Pode orgulhosa dizer:
Pobre nasci,
Sempre vivi
Num duro labutar
E agora,
Engrandecida
Vou decicida
Pela vida fora.
Ser abrigo, albergaria
Ficou-lhe da criação;
Hoje ainda o forasteiro,
Do seu povo hospitaleiro
Tem sempre agasalho e pão;
E assim como tece as mantas
Tece o futuro a cantar,
Urde sonhos confiante
E a sorrir ao viajante
Diz-lhe quando o vê passar:
Tudo o que quero,
Tudo o que espero
Um dia hei-de alcançar
E então,
Meu nome e glória
A lenda e a história
Exaltarão!
(a) A 20 de Janeiro de 1165 uma carta de D. Afonso Henriques instituía oficialmente a albergaria de Minde; assim nasceu a nossa terra, que em 20 de Janeiro de 1965 passou o seu oitavo centenário despercebidamente.
Este poema, composto nessa data, mais não é do que o modesto assinalar da efeméride por um Minderico, com a vaga esperança de alguma vez o ver musicado e na boca do povo.!
Francisco Madeira Martins
0 comentários:
Enviar um comentário