01 dezembro, 2009

Neuras em Minde!


Os dinamizadores do blogue “TouCaNeura” (toucaneura.blogspot.com) um sítio virtual na Internet que dá conta do que melhor se passa em Minde, Alcanena, não deixaram passar em branco o facto de um habitante, denominado como “Firmino da Bacalhoa”, ter fixado em vinil nas placas colocadas à entrada da vila a palavra “Ninhou”, o nome escrito em minderico.

Uma promessa feita há alguns meses pelo presidente da junta que como não passou das palavras ao actos levou alguém a decidir arregaçar as mangas. Sem temores, o autor da acção ainda pediu à junta que colocasse de pé as placas nas entradas da Serra de Santo António e do Covão do Coelho para poder terminar o trabalho.
Publicado no "O MIRANTE"

30 novembro, 2009

Alentejo está mais deserto... e empresas de Alcanena bem cotadas


(...)
Segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a população a residir no Alentejo caiu 0,51% em 2008. Também a região Centro registou um decréscimo populacional, embora menor (0,11%), tendo estas sido as únicas grandes áreas do País onde, entre 2007 e 2008, passaram a residir menos pessoas.

Em termos globais, a população residente em Portugal praticamente estagnou, com um aumento residual de 0,09% para 10.627.250 indivíduos. As regiões do Algarve e de Lisboa foram, por outro lado, as que tiveram um maior crescimento populacional, com taxas de crescimento efectivo de 0,86% e 0,39%, respectivamente.

Em termos infra-regionais, registou-se um aumento da população em cerca de um terço dos municípios portugueses, todos eles situados no Litoral do Continente (excepto no Alentejo) e na Região Autónoma dos Açores.
(...)
No caso alentejano, na maioria dos municípios a média de volume de negócios não ultrapassa 150 mil euros.
Os valores médios de volume de negócios por empresa mais elevados registaram-se nos municípios de Santana, Oeiras, Alcanena, Castro Verde, Lisboa, Palmela, Azambuja e Sines, todos com volumes de negócios por empresa acima dos 800 mil euros, acrescenta o comunicado do INE.
(...) Ler Mais em "JORNAL DE NEGÓCIOS"

26 novembro, 2009

Materiais Diversos na SIC




“Não gosto da política feita nos bastidores”


Entrevista a O MIRANTE
Fernanda Asseiceira, presidente da Câmara de Alcanena, cultiva a frontalidade e a transparência


À segunda tentativa, Fernanda Asseiceira conseguiu recuperar a Câmara de Alcanena para o PS, depois de conquistar o partido a nível local. Diz que o partido tem sabido aproveitar a sua disponibilidade e que não é uma yes woman. “Não me peçam para dizer nada com que não concorde nem fazer nada que não defenda”, afirma.

Teve algumas surpresas quando assumiu a gestão da Câmara de Alcanena?
Tive e estou a ter diariamente. As surpresas são sobretudo no âmbito económico-financeiro. Sou confrontada diariamente com facturas que chegam, com fornecedores que pedem para ser recebidos por causa dos pagamentos em atraso.

Já esperava essa situação?
Há uma situação que não é compreensível. Porque a autarquia viu autorizado um empréstimo de quase três milhões de euros no âmbito do PREDE – Plano de Regularização Extraordinário das Dívidas do Estado. E estamos ao mesmo nível que estávamos em Junho, quando foi autorizado o empréstimo. Não serviu para baixar o passivo que a câmara tinha perante os seus fornecedores. Temos dívidas realmente muito significativas.

Tem ideia do montante?
Pedi já esse balanço, que me foi feito à data de 17 de Novembro, mas acredito que surjam mais. Só dívidas a fornecedores são valores na ordem dos 6 milhões de euros.

Isso é muito para uma câmara como a de Alcanena?
É muito, sobretudo quando as pessoas não estão em condições de estar muito tempo à espera de receber. É desagradável chegar a um lugar destes e, em vez de poder perspectivar projectos de futuro, ter aqui estas amarras que vão seguramente limitar a nossa intervenção.

Vai honrar esses compromissos?
Sim. Já solicitei vários dados à contabilidade para saber de que entidades e fornecedores estamos a falar e os montantes relativamente a cada um. Pedi também um levantamento de pequenas dívidas abaixo dos 100 euros e se tiver condições irei já executar esses pagamentos. A minha dificuldade é o tempo para fazer tanta coisa. Porque implica um contacto com cada um dos fornecedores para criarmos um plano de pagamentos. A câmara está cá para honrar os compromissos, mesmo de coisas com as quais não concordo. Houve realmente uma má gestão do dinheiro público. Tivemos casos de adjudicações directas no dia 9 de Outubro, dois dias antes das eleições.

Foi candidata há quatro anos à Câmara de Alcanena, depois de ter sido candidata a deputada nas legislativas realizadas meses antes. Agora voltou a ser candidata à autarquia. É sem dúvida uma pessoa a quem o partido não tem negado oportunidades.
Não colocaria a questão assim. Diria quase que o Partido Socialista é que devia estar agradecido por eu manifestar esta enorme disponibilidade em abraçar estes projectos. Em 2005 fui candidata a deputada, apresentei-me a votação no partido, não me ofereceram nada. E quando chegou à altura de se escolher os candidatos às câmaras criou-se aqui um vazio e eu fui confrontada pelo próprio partido para ultrapassar essa situação. Tinha acabado de chegar à Assembleia da República e não estava nos meus horizontes ser candidata à câmara.

Foi o PS que a empurrou…
Eu não diria que me empurrou. Isto faz parte de processos de conversação. Entendeu-se que na altura seria a pessoa que reunia condições para ser candidata. Fui e acabei por manter aqui o lugar de vereadora. Só não correu melhor porque não houve muito tempo para preparar a candidatura.

A mudança de candidato do movimento de independentes que geria a câmara pode ter ajudado agora à sua vitória.
Pode ter pesado, porque as candidaturas autárquicas são também muito personalizadas.

Como é que vê esses movimentos independentes, como o de Alcanena, que são muitas vezes compostos por pessoas ressabiadas com os respectivos partidos.
Devia haver coragem em repensar estas candidaturas e a legislação que as suporta. Porque isto de independente não tem nada. Tenho sido muito crítica em relação a isso, por ter sentido na pele uma candidatura independente que disso nada tinha. Trata-se muitas vezes de pessoas que não foram escolhidas pelos seus partidos políticos e protagonizam candidaturas contra o seu próprio partido.
“Gostaria de regressar à Assembleia da República como deputada da oposição”

O que a atraiu no mundo da política, sabendo-se que os políticos não gozam de grande popularidade junto da opinião pública?
Não concordo com muitas coisas que se fazem na política. Da política feita nos bastidores. Gosto de fazer as coisas com frontalidade e com transparência. De assumir as coisas falando com as pessoas. Algumas das divergências que vou tendo no mundo da política são sobretudo por isso. Por discordâncias na forma de actuação. Não me peçam para dizer nada com que não concorde nem fazer nada que não defenda. Para fazer as coisas tenho que acreditar nelas.

Teve uma passagem discreta pela Assembleia da República. Concorda com essa leitura?
Não concordo. Tratou-se de um momento de maioria absoluta, em que os protagonistas são muitos e o espaço de intervenção está de algum modo limitado à actuação do próprio Governo. Costumo dizer que gostaria de regressar como deputada da oposição. Seria muito mais interessante.

É professora de profissão. Participou em alguma manifestação de docentes nos últimos anos?
Não. Aliás, até era sindicalizada e deixei de ser.

Isso sugere que apoia a posição do Governo do seu partido. É uma militante disciplinada?
Sou uma pessoa coerente e havia um programa de Governo com que, nos princípios gerais, todos concordamos. E os professores também em termos de objectivos. Mas sentimos que havia dificuldade na implementação das situações. Houve muita mudança em pouco tempo e sem tempo para as preparar.

Houve alguma precipitação.
Não diria precipitação, mas houve a implementação de um calendário apertado e um programa de alterações muito extenso. Não houve esse equilíbrio.

Depois da passagem pelo Parlamento, o escrutínio da sua actividade vai ser maior agora.
Muito maior. Quando me candidatei estava convicta do imenso desafio que ia enfrentar. Ao ser confrontada com as situações todos os dias apercebemo-nos que é mesmo uma imensa responsabilidade.

Aceita bem a crítica?
Aceito se for devidamente fundamentada, se for construtiva.

Incomoda-a que os problemas ambientais de Alcanena só agora comecem a ser resolvidos, após tantos anos de problemas?
Incomoda. Fiquei contente por Humberto Rosa se manter como secretário de Estado do Ambiente. Porque ele acompanhou o protocolo feito em Junho para acabar com os problemas ambientais. Ninguém vai aceitar que ao fim destes anos todos, feito mais este investimento, as coisas não fiquem a funcionar bem.

Não é uma vergonha para a classe política que ainda subsistam problemas ambientais como esses?
Sempre me custou acreditar como se foi construir uma ETAR naquele sítio e como se levou tantos anos a falar dos problemas ambientais sem se resolverem. Como presidente de câmara, se estivesse aqui há tantos anos como estiveram antecessores meus, isso para mim seria uma vergonha.

Alcanena viveu em grande parte, e durante muitos anos, da indústria de curtumes. Foi um erro?
Isso sim é uma responsabilidade política. Uma vergonha política. Não é por se ter apostado na indústria de curtumes, porque até continuo a acreditar nela. E felizmente as empresas estão a reestruturar-se, têm vindo a inovar do ponto de vista da tecnologia, têm vindo a internacionalizar-se. Isso é muito bom. É preciso que os industriais dos curtumes e dos têxteis em Minde tenham essa perspectiva empresarial diferente.

O que faltou então?
Há muitos anos já se referenciava o nó da A1 com a A23 e que o concelho de Alcanena devia direccionar o seu desenvolvimento por aí. Estamos em 2009 e Alcanena não tem nada feito no nó da A1 com a A23.

A logística é um factor fundamental de desenvolvimento?
A logística e não só. Gostaria de ter condições financeiras. Temos de avançar com esse projecto intermunicipal com Torres Novas, procurar sinergias e ver se conseguimos dinamizar aquela área com parcerias público-privadas.
“Não passo muito tempo ao espelho”

Hoje (18 de Novembro) Portugal joga um desafio decisivo para a sua presença no mundial de futebol da África do Sul. Vai acompanhar o jogo da Bósnia?
(risos) Não me façam essas perguntas, que eu nem sabia que havia jogo...
(...) Ler Mais no "O MIRANTE"

24 novembro, 2009

Materiais Diversos - um festival muuiiiito á frente!


Começou com o Purgatório, passou pelo L'Aprés-Midi, e acabará com um enorme ÊXITO este excelente Festival Materiais Diversos. Muito à frente tem sido o comentário popular mais usado, mas o certo é que o público tem correspondido em beleza a este desafio de um festival de artes contemporâneas com esta dimensão e qualidade. E a comprová-lo têm estado muitos espectáculos com lotação esgotada.



A organização tem sido irrepreensível e extremamente profissional, e os espectáculos uns verdadeiros enigmas que têm mexido com quem tem assistido. Uma grande pedrada de charco no padrão artístico e cultural, e sem sombra de dúvida, um dos maiores eventos culturais da região e um dos melhores festivais de artes performativas e comtemporâneas a nível nacional, e, e.... internacionalmente falando, Materiais Diversos não passará despercebido.

Ainda a procissão vai no adro (são 17 espectáculos + diversos), mas já todos percebemos que este evento irá ser um ÊXITO MUITO À FRENTE. Um êxito cultural, artístico, social, e... de grandes expectativas.

As Grafic Nights? Bem, essas só mesmo lá indo.
Definiria como momentos bons da vida.


Andresa Soares & João Lucas, Jonh Romão, Marlene Freitas e Luis Guerra apresentaram espectáculos no Domingo e ontem foi dia de Margarida Mestre fazer girar o S. Pedro em Alcanena. Estará em Minde, Blackbox CAORG, na 4ª feira (25 Nov).


O que não podemos perder são os TERRORISTAS que estão hoje e amanhã (24, 25 Nov) em acção no Cine-Teatro Rogério Venâncio em Minde. A encenação é de Claudia Gaiolas, e o desempenho será do Grupo de Teatro Boca de Cena.
Bilhetes? Já será difícil. Tente....



Terroristas do Materiais Diversos na TV MINDE


A equipa da TV MINDE está a desenvolver esforços para que seja possível a transmissão em directo da peça TERRORISTAS a levar a efeito no Cine-Teatro Rogério Venâncio em Minde pelo Grupo Boca de Cena e encenada por Claudia Gaiolas.

As habituais dependências técnicas impedem-no de poder confirmar a transmissão, mas existe a possibilidade, e logo que estejam reunidas condições anunciaremos aqui e no respectivo site, onde actualmente está a ser exibida uma reportagem de bastidores sobre a referida peça. www.tv.minde.eu

Quercus quer impedir mais parques eólicos nas Serras de Aire e Candeeiros




A associação ambientalista Quercus quer que sejam proibidos novos parques eólicos no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC) devido aos seus impactos, admitindo que pode estar comprometido o estatuto de área protegida.

“A Quercus considera que deve ser interditada a instalação de novos parques eólicos, devido aos impactes associados”, sustenta a associação no parecer emitido no âmbito da discussão pública da revisão do plano de ordenamento do PNSAC, que termina terça-feira. Segundo a associação, os impactos decorrem da “abertura de novos acessos, fragmentação de habitats e mortalidade de espécies da fauna ameaçadas de extinção”, como é o caso de morcegos ou da gralha-de-bico-vermelho.

“Devem apenas ser permitidos projectos de microgeração para o aproveitamento das energias renováveis”, defende a Quercus, lembrando que “a possibilidade de instalação de novos parques eólicos é algo que contradiz as orientações definidas no Plano Sectorial da Rede Natura 2000”.
(...) Ler mais no "PÚBLICO"

23 novembro, 2009

Reunião do Executivo da CMA


A próxima reunião ordinária do Executivo da Câmara Municipal de Alcanena realiza-se a 23 de Novembro, a partir das 15:00h, no Salão Nobre do edifício dos Paços do Concelho.

Como habitualmente, após a ordem de trabalhos está previsto um período de intervenção aberto ao público.

Publicado no site CMA

19 novembro, 2009

Inicia-se hoje o Festival Materiais Diversos




Tem início hoje no Cine-Teatro São Pedro em Alcanena, pelas 21h, o Festival Materiais Diversos, que engloba 17 espectáculos e se prolonga até ao dia 29 de Novembro, utilizando os palcos de Minde, Alcanena e Torres Novas.

No dia em que se assinala o 55º aniversário do Cine-Teatro São Pedro, a 19 de Novembro de 2009, o seu Auditório recebe o espectáculo de abertura do Festival Materiais Diversos, com a peça "O Purgatório"de Martim Pedroso.



Amanhã, dia 20, podemos assistir em Minde, no Blackbox CAORG, às 21h, a dois espectáculos de dança com Eszter Salamon Magyar Tâncok e o Rancho Folclórico do Covão do Coelho.




No dia 21 é a vez do Teatro Virginia em Torres Novas se estrear com o espectáculo "L'Aprés-Midi, Um solo para Emmanuel Eggermont de Raimund Hoghe, pelas 21h30m.



O Festival continua com uma programação extensa e muito diversificada, assinalando-se ainda amanhã, a abertura do Ponto de Encontro (na ex-Grafiminde em Minde) e as animadas noites Grafic Nights. Consulte o site MATERIAIAS DIVERSOS


O Festival na Comunicação Social
Tem sido muito divulgado o festival em vários órgãos da comunicação social. Eis algumas das notícias:


Artes: Um festival a partir do sopé da Serra de Candeeiros que se quer fazer ouvir
DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Festival Materiais Diversos arranca esta semana em Minde

DIÁRIO DIGITAL
Materiais Diversos abre com "Purgatório"

JONAL DE NOTÍCIAS
Cine-Teatro São Pedro Apresenta “Purgatório”, de Martim Pedroso
SITE DA CM ALCANENA

A piação dos charales do Ninhou




A piação dos charales do Ninhou
nas classes anchas do touquim do Pregal das Babosas e dos Marcos


A piação dos charales do Ninhou que até há um abêcê de quadrazais gualdinos nem na Terruja do Camões era penetrada começa a arregalar os mirantes dos touquins e a embutir a chaveca dos touquins das classes anchas de um podê de pregais.

No quadrazal do cresta a touquim Vera Ferreira, com os covanos Peter Bouda e Annette Endruschat, emanou duas piadeiras anchas sobre a piação do Ninhou para os touquins da classe ancha do touquim da Terruja de Regensburg no Pregal das Babosas e dos Marcos.
Os touquins que puseram o das caçoas a esta piação engenham com as do badalo de um podê de pregais mas da piação nada tinham mirantado até ao planeta 8 e ao planeta 10 do quadrazal do cresta deste planeta ancho. Nestas duas piadeiras anchas jordou-se a piação terrantezmente aos mirantes dos touquins: como a piação mirantou a borboleta, como jordaram os seus planetas caducos, como a piação se foi jordando mais ancha, como jorda a piação neste Gertrudes conchego, o que ambroseiam os charales que a piam e como é mirantada e penetrada a piação no engenho com as do badalo.

Nos planetas 2 a 6 do quadrazal das brinçaleiras Vera Ferreira emanou um outro engenho, neste gertrudes conchego na classe do touquim da Terruja das Babosas no Pregal das Babosas e dos Marcos (Engenho no “8º Congresso Alemão de Lusitanistas”), para, com um podê de touquins que engenham com as do badalo, piar sobre a piação.
O engenho jordou cópio pra diante. Os touquins das duas classes anchas do touquim do Pregal das Babosas e dos Marcos e um podê dos da classe do touquim foram antónio forno ancho da piação que fredericam umas da classe do touquim para a penetrar. A covana Vera ambrosiou o que emanar e piou que no quadrazal do terraiozinho judaico vai gambiar uma da classe do touquim da piação para os covanos da Terruja das Babosas que sejam António forno pela piação.

José grego, no quadrazal das contas de enfiar copos a piação jorda no meira para o Pregal do Jones. Peter Bouda e Vera Ferreira emanam mais uma piadeira ancha sobre a piação numa classe ancha do touquim em Londres.

Por isso charales, não deixem cair no gualdino de piar como os vossos mouquinhos com a vossa vinha e os vossos carranchanos.



RESUMO DESTA PIAÇÃO
A Dra Vera diz-nos neste texto em Minderico que a piação começa a interessar os professores universitários de um grande número de países.

Em Julho passado a Vera, o Peter Buda e a Annette Endruschat fizeram duas intervenções para os professores da Universidade de Regensburg, na Alemanha.
Os professores que assistiram eram linguistas mas nada sabiam sobre o Minderico até ao dia 8 de Julho. Nestas intervenções falouse de como surgiu o Minderico, como se desenvolveu no passado e como se encontra neste momento, o que esperam as pessoas que o falam e como é visto o Minderico no conjunto das outras línguas.

De 2 a 6 de Setembro a Vera Ferreira organizou em Munique na Alemanha uma sessão de trabalho no 8º Congresso Alemão de Lusitanistas para, com vários linguistas, falar sobre o Minderico.
O trabalho resultou em cheio. Os professores universitários ficaram interessados e querem aprender o Minderico. Vera Ferreira pensou no que seria possível fazer e comunicou que em Dezembro vai dar uma aula de Minderico em
Munique para os alemães que estiverem interessados em aprender.

Em Novembro Vera Ferreira e Peter Buda vão a Londres apresentar mais um trabalho sobre o Minderico numa reunião de universitários.

Por isso, mindericos, não se esqueçam de falar em minderico com os vossos avós, filhos e cônjuges, termina a Vera.

Publicado no JORNAL DE MINDE - Outubro 2009

18 novembro, 2009

Hoje ou nunca




E foi mesmo hoje. Portugal venceu a Bósnia por 1-0 e carimbou o passaporte para estar presente no Mundial 2010 que se realiza na África do Sul. Parabéns!!!

Futebol - VFCM soma e segue


No passado fim-de-semana a equipa de futebol do VFCM derrotou o Assentis por 4-3 no jogo realizado em Minde relativo à 5ª jornada da série C da 2ª Divisão da AF Santarém.
Os golos do VFCM foram marcados por Graça, Nuno, Pardal e Timor.

Na classificação geral o VFCM ocupa a 2ª posição com 10 pontos, sendo o líder o Atl. Ouriense com 13 pobtos

Na próxima jornada a nossa equipa desloca-se precisamente a Ourém para defrontar o líder num jogo que se disputa no dia 22 de Novembro.

Informam-se os sócios do VFCM que as cotas se encontram a pagamento com o quase simbólico custo de 9 euros. FORÇA VITÓRIA !!!
Saber mais no blog "VITORIA M"

Convivio Desportivo Inter-Bombeiros de Futebol 7


Vai ter lugar no próximo dia 21 de Novembro, no campo de futebol do VFCM, um convívio desportivo inter-bombeiros de futebol 7 organizado pelo Centro Desportivo e Recreativo dos Bombeiros Voluntários de Minde.

Este evento destina-se a promover a prática desportiva e o convívio entre bombeiros e contará com a presença de equipas dos Bombeiros de Minde, Fátima, Mira de Aire e Torres Novas. O inicio está marcado para as 13h. e durante toda a tarde haverá serviço de bar.

Os possíveis lucros desta iniciativa revertem a favor do Vitória Futebol Clube Mindense. APAREÇAM....
Publicado no blog "BOMBEIROS DE MINDE" - Ver CARTAZ

Dia da Memória assinalado no distrito com simulacro em Alcanena


Alcanena foi palco das comemorações do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada, assinalado um pouco por toda a parte no domingo, 15 de Novembro. Na cerimónia foram recordados os 776 portugueses que faleceram no ano passado nas estradas do território nacional e os 13 mil dos últimos dez anos. Estes números levaram a uma campanha de sensibilização nacional.

Por cá, o Governo Civil de Santarém marcou a data com uma homenagem ao jovem alcanenense João Carlos Rodrigues Gomes, com 20 anos, que morreu no dia 28 de Novembro de 2008, após um despiste fatal na Estrada Municipal 1136, que liga as freguesias da Serra de Santo António e Moitas Venda, concelho de Alcanena.
Publicado no "JORNAL TORREJANO" / Fotos no site CMA


17 novembro, 2009

1200 aves em exposição no Entroncamento


O Clube Ornitófilo Ribatejano organiza a exposição de aves “Campeonato da União” no pavilhão gimno-desportivo municipal de Entroncamento, entre 20 e 22 de Novembro. A abertura oficial do certame realiza-se na quinta-feira, pelas 22 horas.

De acordo com António Silva, presidente da Direcção deste clube, participam na iniciativa 47 expositores, vindos de todos os pontos do país, num total de 1200 aves em exposição.
No espaço da feira podem ser adquiridas cerca de 400 aves, entre canários, papagaios e outras aves exóticas. Na sexta-feira e sábado, a exposição pode ser visitada entre as 10h e 21 horas mas no domingo o certame encerra às 18 horas. As entradas custam um euro.
Publicado no "O MIRANTE"

Entrevista de Paulo Fonseca ao O MIRANTE


“O que faz falta na política é pessoas de coragem”
O socialista Paulo Fonseca ganhou a liderança da Câmara de Ourém à terceira tentativa. O autarca, líder distrital do PS, sabia que se sujeitava a uma travessia do deserto caso as coisas corressem mal. Arriscou mais uma vez e venceu. Pela frente tem quatro anos de mandato condicionados pela débil situação financeira da autarquia.

Foi deputado e governador civil, mas presume-se que este era o cargo que ambicionava há muito tempo?
Gosto muito da minha terra e há muitos anos que ambicionava dar um contributo liderando um conjunto de factores potenciais do concelho. Mas a candidatura agora foi uma ideia nova. Conseguiram convencer-me a retomar esse meu amor já em 2009.

Foi preciso uma vaga de fundo para se candidatar pela terceira vez?
Foi. Essa vaga de fundo foi relevante. O facto de haver muita gente na rua que se cruzava comigo e me dava força teve importância.
(...)
Esta terceira candidatura, caso falhasse, poderia significar também o fim das suas aspirações políticas no concelho de Ourém e mesmo a nível distrital.
O que faz falta na política é pessoas de coragem. Tenho consciência que se tivesse perdido as eleições passaria a ser persona non grata em todos os circuitos políticos, como se as minhas qualidades e os meus defeitos tivessem desaparecido de um dia para o outro. E por isso a política é muitas vezes injustamente acusada, mas justamente noutros casos, de ter elementos que não têm coragem e sentido do risco.

Há quem prefira estar assim na política, sem correr grandes riscos.
Acho até que a maioria prefere estar assim e condeno isso veementemente. Assumi muitas vezes riscos elevados e nunca me dei mal com isso. Tenho orgulho em ter amigos do peito em todos os quadrantes políticos e isso deve-se também à noção do risco. Ao facto de não termos medo de enfrentar situações, com sentido responsável, claro. Nenhum de nós é suicida, mas acho que fazem falta na política pessoas que não dependam da política, que tenham património suficiente para poderem ser livres do ponto de vista do discurso e também pessoas que não tenham medo do risco.
(...) Ler mais no "O MIRANTE"