31 janeiro, 2008

"Pensar Minde", disse:

Escrito e publicado por um anónimo, neste (post "Lastimável") e noutro blog, este é um daqueles comentários que tenho muito gosto em reproduzir.
Um texto muito realista, e um conjunto de verdades que eu subscrevo. Gostei !!!

"Minde, os deputados da região, a Câmara de Alcanena, a Junta de Freguesia e o Largo das Eiras

A população de Minde continua a desconhecer o que se anda a projectar secretamente para o Largo das Eiras e para o espaço envolvente à Casa Açores. Digo secretamente porque, do pouco que se sabe, têm existido negociações entre 4 entidades para, alegadamente, ocupar aquele espaço com um edifício que albergue as sedes do CAORG e do SMM (Banda).

Além daquelas duas, as outras entidades são a Junta de Freguesia de Minde, através do seu incansável e omnipresente Presidente e, claro, a Câmara Municipal de Alcanena.

Mesmo depois de uma chuva de acusações, rumores e conversas de café por parte da sociedade civil, nenhuma destas entidades se dignou a informar o povo de Minde acerca do que é que se pretende fazer naquele terreno público e naquela zona central de Minde.

Alguns chamariam a isto má educação, incompetência, despotismo, sobranceria, etc.. Eu chamo, simplesmente, desconsideração pela população e abuso de poder.

Desconheço se já existiram pedidos formais a estas entidades para virem esclarecer o que se passa. Desconheço se nas assembleias de freguesia de Minde (que só sabemos quando existem se andarmos diariamente a ler as resmas de publicidade e editais colados na porta da junta…) alguém já levantou esta questão.

Sei, no entanto, bastando ler as actas (de 2006, porque as de 2007 nem vê-las…), que este assunto já foi levantado nas assembleias municipais de Alcanena. A resposta do Presidente pode ser vista nessas actas. Deplorável, é o único comentário que me vem à cabeça.

Também sei que a Câmara de Alcanena tem um historial de não responder aos requerimentos e pedidos que lhe chegam e que não lhe agradam. Claro que em gritante violação de várias leis. Veja-se o caso do prédio inacabado na praça do Estaminé, um dos maiores escândalos do nosso concelho dos últimos anos (até gostava que houvesse uma sindicância aos serviços de urbanismo da Câmara para ver o que saía de lá…).

Eu nem posso ter opinião formada sobre esta matéria porque ninguém sabe o que estes brilhantes andam a planear! O que me deixa inquieto é o secretismo. É de desconfiar… Porque é que estão a fazer isto? Andam a pagar favores? Têm medo que a população se oponha?
Mas porquê?!

Não sei.
O que sei é que agora há outro instrumento para obter informações dos órgãos locais e que se está a revelar muito eficaz.

O novo regimento da Assembleia da República introduziu a figura da pergunta escrita ao Governo, à administração central, à administração local (câmaras, assembleias municipais e juntas de freguesia) e às autoridades das regiões autónomas ou à própria Assembleia da República. Desde 1 de Setembro de 2007 estas entidades têm de responder às questões que lhe são dirigidas dentro do prazo fixado no regimento: 30 dias.
O distrito de Santarém elege 10 deputados. De entre eles, há alguns com ligações ao concelho de Alcanena e a Minde. Desde logo, a deputada Fernanda Asseiceira (ex-candidata à Câmara e provável futura candidata pelo PS em 2009).

E que tal, quem nisso tiver interesse, expor esta situação a estes deputados e pedir-lhes para dirigirem uma pergunta escrita à Câmara, à Assembleia e à Junta de Freguesia?
Estou certo que desta vez iríamos ter algumas respostas…

Deputados por Santarém:
- António Ribeiro Gameiro PS
- Fernanda Maria Pereira Asseiceira PS
- Maria Luísa Raimundo Mesquita Indep.
- Mário da Silva Coutinho Albuquerque PSD
- Miguel Fernando Cassola de Miranda Relvas PSD
- Nelson Madeira Baltazar PS
- Nuno Mário da Fonseca Oliveira Antão PS
- Sónia Isabel Fernandes Sanfona Cruz Mendes PS
- Vasco Manuel Henriques Cunha PSD
- Vitalino José Ferreira Prova Canas PS "

Pensar Minde (anónimo)

Valdemar Henriques reeleito no US Santarém

Valdemar Henriques foi reconduzido esta quarta-feira no cargo de coordenador da direcção da União de Sindicatos de Santarém, entidade afecta à CGTP – Intersindical. o mandato é de 4 anos. O metalúrgico de Alcanena foi reconduzido na primeira reunião da direcção eleita no 7º Congresso da organização, que de correu recentemente em Santarém. Ler Mais in "ALCAnet"

Miguel Torga na Biblioteca Municipal de Alcanena

Comemorações do centenário do nascimento do autor.

A Biblioteca Municipal Dr. Carlos Nunes Ferreira, em Alcanena, associa-se às comemorações do centenário do nascimento de Miguel Torga com uma cerimónia solene de invocação da memória do escritor, no próximo dia 2 de Fevereiro, às 15:00h. No âmbito destas comemorações, será inaugurada uma exposição temática comemorativa, que estará patente na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal até ao final do mês de Fevereiro, havendo ainda espaço para a declamação de textos deste autor português do século XX. A Biblioteca Municipal de Alcanena convida, desde já, todos os interessados a participar nesta iniciativa.

30 janeiro, 2008

Museu do Curtume e o ícon dos Doors

Os antigos celeiros da Epal em Alcanena Já não existem. Foram demolidos para ceder lugar à construção do novo Museu do Curtume que a CM Alcanena se propôe edificar naquele local.
Uma obra estimada em 1,6 milhões de euros, e cujas obras já se iniciaram.
Recordando o passado e projectando o futuro, reproduzo um texto (e fotos) que o Sr. Carlos Malaca publicou no site Alcanena.net.

O antigo edifício dos Celeiros em Alcanena
"Recordam-se do edifício dos Celeiros de Alcanena? Está a ser demolido!
No seu lugar, pelo que sei, irá nascer o Museu do Curtume.



Na verdade sempre o conheci fechado. No final da década de 70 e durante os primeiros anos da década de 80 passei por lá quase todos os dias. Ou porque ia para a escola ou porque ia para o treino de atletismo. Os mais velhos falavam-me de festas feitas por lá.

O icon dos Doors, para mim, esteve sempre por lá. Creio que há uma geração de jovens de Alcanena que muito se identifica com o que se fez por lá.
O edifício, enquanto celeiro, não me recordo.
Há uns anos, entrei lá dentro. Estava a ser utilizado para guardar os objectos recolhidos para o futuro museu do curtume. Pareceu-me ser um edifício degradado.

Em 2001, a minha sugestão seria implementar a Casa da Juventude naquele espaço. Continuo a achar que não temos um espaço para as actividades juvenis. Um espaço de encontro para os jovens de Alcanena. Um espaço de juventude. Até pelas ligações que muitos em Alcanena tinham àquele edifício&ldots;

Mas tudo isto é passado!
O futuro Museu do Curtume que se torne uma realidade, viva! Capaz de atrair a Alcanena visitantes. Lançar as bases para a compreensão da actividade dos curtumes no Concelho de Alcanena. Contribuir para a nossa história. Contribuir para a nossa cultura."
Carlos Malaca , em "Alcanena.net"

Site da Junta de Freguesia de Minde



Sabia que a Junta de Freguesia de Minde tem um site? Provavelmente não. Mas é verdade! E basta digitar MINDE.PT que será automaticamente redireccionado para lá.
Trata-se de um portal da CM Alcanena, www.e-viver.alcanena.pt/ , que reúne sites para cada uma das freguesias do Concelho. É uma daquelas soluções tipo "pré-fabricadas" e de fácil edição, e julgo que a idéia seria a de as juntas de freguesia editarem os seus próprios conteúdos.

A idéia até é boa e de louvar.
O pior é que nem todas as juntas de freguesia fazem como a da Louriceira (por exemplo) e aproveitam o site para o fim que foi feito.
Uma visita ao site de Minde, e dá para ver que ninguém mais ligou àquilo. Deve estar tal como foi entrege. Se quiser dar uma risada (das tristes) click em "folheto" na sensibilizadora mensagem de Natal da n/ Junta. Um mimo !

Quando não há meios queixamo-nos de que não há. Quando há, ignoramos o que existe ao dispôr. Afinal, parece é que há pouca vontade de fazer alguma coisa !!!

Visitar site da "Junta de Freguesia de Minde"

Venda de Lotes da Zona Industrial de Minde

Período para apresentação de candidaturas já se encontra aberto.

Encontra-se aberto desde o passado dia 14 de Janeiro, e até ao próximo dia 29 de Fevereiro, o período para apresentação de candidaturas com vista à aquisição de lotes da Zona Industrial de Minde.
Os lotes disponíveis para venda são 16, no total, com áreas a variar entre os 1267 m2 e os 1600 m2, situando-se os valores base de licitação entre os 19.005,00€ e os 24.000,00€. As condições para apresentação de candidaturas com vista à aquisição dos lotes e os critérios de selecção encontram-se descritos no edital respectivo, que se encontra afixado nos locais públicos habituais. Posteriormente, proceder-se-á à venda dos lotes em hasta pública.



COMENTÁRIO:
No site da CMA nem uma referência !! Já estarão os lotes todos reservados?

29 janeiro, 2008

O Louriceirense "deixou de voar"



Um dos blogs mais antigos do concelho, O Louriceirense, dirigido por Arnaldo Anacleto, e que já se mantinha no ar desde Abril de 2004, suspendeu a sua actividade.
Nas despedidas, o seu autor escreveu:
«Como tudo na vida existe um princípio, também existe um fim! Também este espaço fica moribundo. Talvez um dia surja outro "Louriceirense"!»

Em homenagem ao "O Louriceirense" transcrevo um artigo publicado pelo Sr. Arnaldo Anacleto neste blog, em Junho de 2005:

A INDÚSTRIA TÊXTIL NO CONCELHO ATÉ FINAIS DA DÉCADA DE SESSENTA...

A industria têxtil no concelho de Alcanena é muito progressiva, mas é sobretudo na freguesia de Minde que existiu um verdadeiro empório dessa actividade, sendo altamente conhecidas e apreciadas, desde os temos mais remotos, as estamanhas, lãzinhas, cintas, alforges e mantas. No entanto, desde a década de quarenta, onde teve um desenvolvimento ainda maior com o advento da fabricação de malhas exteriores, ali muito generalizada, indústria que começou a ser divulgada no nosso país por cidadãos polacos que se estabeleceram em Lisboa durante a última guerra mundial.

Foi devido às dificuldades na aquisição de lãs para trabalhos tradicionais que, em 1942, o industrial Sr. António Roque Gameiro, como outros em risco de ver prejudicada a sua vida e abalado o seu futuro, procurou para que lhe desse uma sugestão, um seu amigo de Lisboa, o sr. António Lourenço Alves, a quem expôs a situação aflitiva em que se encontrava, tanto pela falta da necessária matéria-prima – cujas vendas estavam condicionadas apenas a certos tipos de laboração em grande escala – como pela pequena dimensão da sua industria. Este, interessando-se em auxiliá-lo, lembrou-lhe, que poderia montar em Minde uma fábrica de malhas exteriores, para a qual não havia condicionalismos nem de instalação nem de produção. Aceite a ideia, dela nasceu a conhecida Sociedade Industrial de Malhas Mindense, constituída pelos srs. António Lourenço Alves, António Roque Gameiro e Virgílio Augusto do Rio, este o primeiro mestre de malhas aparecido na região e que tanto havia de contribuir para o seu desenvolvimento, pois foi quem ensinou grande número de Mindericos, alguns dos quais são hoje grandes industriais da especialidade, a trabalhar com as máquinas novas.
O sr. Alfredo António foi o primeiro maquinista de Minde que trabalhou naquela sociedade, e foi a estes homens, principalmente, que Minde ficou a dever o seu progresso industrial, pois apesar das grandes dificuldades então surgidas, pela falta de técnicos e pessoal especializado, nunca houve desânimo e todos conseguiram colher os ensinamentos necessários para o seu aperfeiçoamento profissional.
Por estas razões Minde é hoje um dos maiores centros de fabricação de malhas do país, embora a Sociedade de Malhas Mindense tenha deixado de existir, ainda aqui mais de oitenta por cento da população se dedica e esta indústria, tendo sido daqui que se espalhou para outras regiões de Portugal.

Se em 1942 apenas existiam meia dúzia de fábricas de malhas em Lisboa, na sua maioria fundadas e dirigidas por Polacos, em finais da DÉCADA DE SESSENTA, encontram-se instaladas em Minde cerca de cinquenta, equipadas com modernos maquinismos, que empregam, entre pessoal técnico, administrativo e operários, cerca de mil e quinhentas pessoas.
Em relação com este surto de progresso, realçamos que também Minde possui a única fábrica construtora de máquinas rectilíneas para a indústria de malhas, bem como três tinturarias, onde trabalham mais de duas centenas de pessoas, tendo-se por esse motivo, estabelecido na zona numerosos agentes comerciais para venda de produtos subsidiários de interesse para a indústria.

A produção de Minde é absorvida não só pelos mercados metropolitano e ultramarino, constantemente visitados pelos industriais mindericos e pelos seus colaboradores, o que dá uma ideia do interesse de em servir os seus clientes, como também por alguns mercados estrangeiros, exportando-se malhas para diversos países alguns dos quais muito distantes.
Foi graças ao esforço, empenho e dinâmica dos seus industriais e trabalhadores, que Minde, alcançou um enorme plano na actividade económica do país. É um acto de justiça enaltecer as excelentes qualidades deste povo trabalhador e persistente.
.................................................
Excerto do trabalho que estamos a realizar sobre o concelho de Alcanena, até finais da década de sessenta.
A. Anacleto in "O Louriceirense"

28 janeiro, 2008

Lastimável

Não satisfeito com o uso e abuso de comentários e contra-comentários, e com alguns e-mails que me enviou pouco decorosos, o Sr. Engº. Vitor Manuel Coelho da Silva, num acto que considero muito lastimável e com grande falta de ética, enviou a uma extensa lista de personalidades, instituições, colectividades, meios de comunicação social, etc, etc., via e-mail, um texto que, abusivamente, é iniciado com uma referência ao meu nome, Pedro Micaelo.

A leitura do referido texto é susceptível de me associar ao seu teor e conteúdo, numa interpretação errónea de idéias que em nada se coadunam com os meus ideais e pensamentos.

Sinto-me envergonhado, vexado e humilhado publicamente por o Sr. Engº Coelho da Silva associar o meu nome a tal acto e atitude que considero de péssimo mau gosto e baixo carácter.

Aproveito o espaço deste blog, que tem sido o palco desta abusiva palhaçada, para clarificar que me demarco de qualquer iniciativa, ideais ou referências que o Coordenador do Portal Minderico possa fazer à m/ pessoa, enquanto o mesmo não se retractar, pela mesma via, do irreflectido acto que cometeu.

A paciência tem limites. E a dignidade também !!!

Pedro Micaelo

Perdi a paciência

E acho que muitos de vocês também!!

Até há pouco tempo, fui imaginando, talvez com um pouco de ingenuidade, que este blog pudesse ser um espaço informal e aberto a todos os que quisessem participar. O convite para colaboradores é desde a primeira hora, e os comentários foram sempre abertos e com publicação instantânea.
A idéia era que isto deixasse de ser um blog meu, mas um blog de Minde e sobre Minde. Quem quisesse escrevia e comentava.



Mas não pode ser bem assim. Alguém fez questão de que o blog tem de ser meu, e só meu. Tudo bem!
O que eu não estou é para andar aqui a perder tempo com novelas e conversas da treta. E também não estou para andar aqui armado em polícia a ter que ler pilhas de comentários sobres tricas e fofocas para ver se alguém passou os limites e decidir se apagar ou não. Não. Isso não é serviço para mim. Prefiro outras tarefas.

Desde o início desde blog, apaguei talvez 20 a 30 comentários, não mais, mas muitos mais deviam ter sido logo apagados á nascença.
Poderia começar a ser mais atento e rigoroso, e tentar evitar certos excessos. Poderia ir deixando andar e até ir aumentando as audiências com este tipo de novelas e lavagens de roupa, poderia... etc., etc.
Mas não posso, porque não quero !!!

A partir de agora os comentários deixarão de ter publicação intantânea, e sujeitos a uma filtragem e aprovação.
Quem diz o sim ou não, sou eu, e o resto é conversa.
Continua tudo igual, com anónimos, vira latas, zés, antónios, registados e não registados,... mas os comentário só serão publicados depois de aprovados. E vou tentar seguir um critério, não permitindo:

- Comentários com linguagem inadequada
- Comentários totalmente despropositados e fora de contexto do post
- Comentários ofensivos ou difamatórios
- Comentários com referência depreciativa a personalidades não públicas


É claro que permitirei, e até incentivo, comentários que discordem dos meus escritos, ou de outros editores, e umas larachas com uma boa dose de humor também serão sempre bem vindas. Mas pouco mais. Vai depender de como eu acordo.

Alguém já me disse: - É pá, mas isso perde a piada!
- Pois perde. Perde espontaneidade, perde a "clientela voyeur" das peixeiradas, perde...
Mas o que é que isso me interessa? Talvez ganhe outras coisas.
O certo, é que continuará a ser um blog sobre Minde e para Minde!

E pronto. Por hoje é tudo.
Já que alguns tanto fizeram para que assim seja, assim será !! Amen!

25 janeiro, 2008

Sem título (e desmotivado)

  • Saldanha Lopes (Monção) é o novo Presidente do CUMT - LER
  • Futebol do VFCM este Fim-de-Semana - LER
  • Call Girl - Filme com Soraia Chaves - LER
  • Julgamento do octagenário que assassinou o compadre - LER
  • O discurso do antes e depois - LER
  • Mapas em 3D da Microsoft - LER
  • A poluição no Alviela - LER

www.alcanet.blogspot.com

O comentador-investigador que «vazou»

Venho aqui efectuar um pedido público.

Eu deixei de escrever neste blog porque uma certa pessoa, o Sr. Vitor Manuel Coelho da Silva, resolveu começar a insultar-me e a pregar mentiras a meu respeito. Li agora mesmo os seus comentarios ao post «Iniciadas as obras do Museu do Cortume» e fiquei estupefacto:

«Outra indústria que ele não refere e que domina bem é a de BOMBO da FESTA»
«Com que cara aparecerá aquele contribuidor nas próximas festas de Minde a que raramente vem?»

Eu poderia aqui «vazar» muita coisa que me está atravessada quanto ao Sr. Vitor. Mas este local não é nem nunca foi o sítio indicado para tricas pessoais. Pelo contrário, PEÇO aqui publicamente ao Sr. Vítor que deixe de me insultar, que me ignore, eu já não pertenço aqui, já daqui «vazei».

Pelos vistos o Senhor não fica satisfeito enquanto não vir o meu nome apagado como colaborador do blog, não é? Eu faço-lhe a vontade. Peço daqui ao Pedro para me retirar como colaborador, não tenho condições nem já qualquer motivação para aqui escrever o que quer que seja. O que não quero mais é ser insultado por pessoas que só guardam rancores de factos passados.

Está bem Sr. Vitor? Porque se isto continua assim, a sua contenda comigo irá passar para outra arena. E olhe que estou a falar a sério. Muito a sério.

João Manuel Querido

Tema Livre

Hoje tinha delineado umas idéias sobre o que penso àcerca do Museu do Curtume. Mas ao ler os comentários do post que anuncia o início das obras, pensei que isso não interessará nada.




Ficam os comentários abertos, que é afinal o que tem interressado a alguns. Good Night.

24 janeiro, 2008

Impostos Municipais



Já sabíamos que para aprovação do Orçamento de 2008, a oposição impôs à CMA que a taxa de IRS tivesse um decréscimo de 1%.
Através da afixação de editais a CMA tornou públicos os diversos impostos municipais.


Participação Variável no IRS
A Assembleia Municipal de Alcanena, na sua sessão ordinária realizada a 19 de Dezembro de 2007, deliberou aprovar uma participação variável no IRS dos Sujeitos Passivos com domicílio fiscal no concelho de Alcanena em 4%, reduzindo em 1% a percentagem referida no artigo 20.º da Lei 2/2007, de 15 de Janeiro, conforme proposto pela Câmara Municipal na sequência da deliberação tomada a 10 de Dezembro último, em reunião do Executivo Municipal.
Ver Edital »»» (não se encontra dísponível)

Derrama 2008
Em sequência da deliberação tomada em reunião do Executivo Municipal realizada no passado mês de Dezembro, a Assembleia Municipal de Alcanena deliberou, na sua sessão de 19 de Dezembro de 2007, aprovar uma derrama de 1,5% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas, nos termos do artigo 14.º da Lei n.º 2/2007, de 15 de Janeiro.
Foi ainda deliberado lançar a taxa reduzida de derrama com a percentagem de 0% para os sujeitos passivos cujo volume de negócios no ano anterior não ultrapasse os 150.000,00€, conforme previsto no número 4 do supra citado artigo.
Ver Edital »»»

Taxas do IMI para 2008
Em sessão realizada a 28 de Setembro de 2007, a Assembleia Municipal de Alcanena, órgão deliberativo do Município, sob proposta da Câmara Municipal, conforme deliberado na sua reunião ordinária realizada no dia 10 do mesmo mês, deliberou aprovar as seguintes taxas a aplicar em 2008 na liquidação do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis:
- Prédios Urbanos avaliados nos termos da alínea b) do n.º 1 do artigo 112.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis – 0,7%
- Prédio Urbanos avaliados nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 112.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis – 0,4% .
Ver Edital »»»

Iniciadas as obras do Museu do Curtume

Para este executivo, há obras primordiais no Concelho, e o Museu do Curtume encabeça a lista, conforme consta do Alcanena 2013, e de acordo com as palavras do próprio presidente, Luís Azevedo.

Mesmo sem qualquer tipo de financiamento garantido, já tiveram início no passado dia 7 de Janeiro as obras relativas à construção do Museu do Curtume, em Alcanena.

O Museu situar-se-á no local onde funcionaram os estaleiros da EPAC, tendo-se procedido à demolição deste edifício para que seja construído, de raiz, o imóvel que irá acolher o Museu do Curtume.

Os trabalhos, a cargo da firma Lena, Engenharia e Construções, deverão estar concluídos até ao final de Setembro de 2008.


COMENTÁRIO :
Alguém conhece o projecto? (o tal que foi elaborado pelo construtor)
Alguém já viu uma maqueta?
E se não houver financiamento, donde virá o 1,6 milhões de euros?
- Isso são questões que só dizem respeito aos distintos iluminados que gerem o Concelho. Nós, simples cidadãos, estamos aqui apenas para pagar os impostos e... aplaudir na inauguração. Assim, a vida é mesmo simples.
Obrigado, caros autarcas !!

23 janeiro, 2008

Carsoscópio já recebeu mais de mil visitas

Já Visitou o Carsoscópio no Alviela?
Poi fique a saber que as visitas ao Centro Ciência Viva do Alviela – CARSOSCÓPIO- já estão a superar as expectativas. Em pouco mais de um mês, o Centro Ciência Viva em Alcanena já recebeu mais de mil visitantes, vindos um pouco de todo o país. Saber mais in "ALCAnet"

Traje Típico do Pastor Minderico

Pastor – Minde – Estremadura
No essencial este traje identifica-se com os seus congéneres da região, mantendo alguns acessórios comuns a todos os pastores, como sucede com a manta, sempre de tecelagem caseira local e decorada nos tons naturais da lã. Também a saca da merenda, a cabaça com água-pé e porreto são indispensáveis para o trabalho atrás dos rebanhos.

A zona de Minde era um importante centro de produção de mantas e também de tecidos para os hábitos dos frades, terá contribuído para o abastecimento de panos de lã às populações mais próximas.
Por outro lado, a circulação destes produtos, nomeadamente das mantas, pelas feiras de todo o País, muito em particular no Alentejo, terá contribuído para influenciar o seu desenho característico, as mantas de riscas.
Mas os contactos entre estas duas regiões, também traziam do Alentejo a lã que abastecia a insuficiente produção local.

O pastor vestia camisa de riscado com cós, aberta sobre o peito. Colete de cotim cinzento-escuro, ajustado com botões. Calças do mesmo tecido, com bolsos metidos nas frentes, ajustadas com cinta preta. Na cabeça, barrete de lã da mesma cor e lenço tabaqueiro ao pescoço. Sobre o ombro, manta de riscas de Minde.
Segura na mão a saca de retalhos onde transporta a merenda, a cabaça e o varapau. Calça botas de couro ensebadas.

Ref. Bibliográfica: O Trajo Regional em Portugal, Tomaz Ribas, Difel, 2004
Publicado por Carlos Cardoso (Oeiras) em Trajes de Portugal

OBS : Localizar Minde na Estremadura, é que "borrou um pouco a pintura" .