18 janeiro, 2008

Comentários apagados (reformulado)

Como alguém, perfeitamente identificado, acusou que foram apagados comentários anónimos, quero esclarecer o seguinte:

1. Na primeira semana em que comecei aqui a escrever, propus ao Pedro Micaelo que só ele apagaria comentários. Continuo a respeitar esse acordo.

2. Nem sequer tenho capacidade para apagar comentários colocados sob artigos escritos pelo PM. Só posso apagar os comentários dos meus artigos. Sou um convidado, não co-administrador deste blogue.

3. Pela mesma razão não tenho acesso ao log dos acessos IP das pessoas que visitam este blogue.

4. Atenção, na Internet é impossivel identificar o acesso duma pessoa a determinada página. A única informação que se tem é o chamado IP (Internet Point) ou seja o numero do ponto de acesso desse utilizador (ou seja do servidor da empresa que ele está a utilizar para aceder à Internet). Por exemplo, estou neste momento a utilizar uma placa da Vodafone e ao colocar o meu IP (87.103.48.62) num site de identificação de IPs (http://www.ip-adress.com/ por exemplo), a informação que me dá é apenas que estou a utilizar a Vodafone Portugal, os contactos da empresa, a sua sede, etc. Nem sequer me dá a minha localização porque estou a utilizar uma placa 3G.

5. Se estiver a utilizar uma ligação por telefone ou cabo ou ADSL, saberemos quando muito a central desse operador aonde estamos ligados. Por exemplo, os acessos de Minde poderão aparecer como «Telepac-Torres Novas». Se eu me deslocar para o computador do lado onde tenho acesso à Internet pela rede interna do meu serviço, a informação para o seu IP é «Ministro das Finanças-Lisboa». Isto porque o acesso do serviço à Internet se faz pela central de Lisboa, embora eu esteja em Aveiro. Tudo depende do operador aonde estamos ligados Esclarecidos?

5. Quem anda por aí a dizer que nós identificamos os anónimos, sabe muito bem que isso é impossível. São «bocas» dum certo senhor para provocar a confusão e a desconfiança entre os utilizadores deste blogue.

6. Também por uma questão de ética, espaço redundante ocupado e bom senso agradeciamos a não repetição dos comentários indiscriminadamente por vários artigos. Se alguém quiser que nós destaquemos um seu comentário, envie um email para o endereço deste blogue e o seu administrador aceitará ou não a sua sugestão.

João Manuel Querido

16 janeiro, 2008

Onda de assaltos e vandalismo em Alcanena

Uma onda de assaltos e actos de vandalismo tem vindo a registar-se em Alcanena.

Na madrugada de domingo alguns estabelecimentos comerciais foram assaltados e vários carros furtados. Uma situação que teima em repetir-se. Isabel Martins, proprietária do café ‘O Facho’ já foi assaltada três vezes e apesar de ter apresentado queixa à GNR não acredita na detenção dos culpados: “ Não vale de nada apresentar queixa se o que nos dizem é que não existem provas”, explica dizendo que deveria existir um maior patrulhamento à noite.

A pastelaria Gena também ficou com o vidro da montra partido e apesar de não ter registado furto de valores, André Micael, proprietário do estabelecimento, critica a falta de resposta das autoridades.

Ana Cláudia Cohen, vereadora do PSD, deixou na última reunião de câmara o alerta para a insegurança vivida no concelho, chamando a atenção do vice-presidente, Eduardo Camacho, para a necessidade de se tomarem medidas urgentes no combate ao vandalismo. Eduardo Marcelino respondeu dizendo que “as suas inquietações são também as dele” referindo que a autarquia tem vindo a fazer pressão juntos das entidades policiais da zona.

O MIRANTE contactou a GNR de Alcanena, o Destacamento de Torres Novas e o Grupo Territorial de Santarém para tentar obter algumas informações adicionais sobre o assunto, mas as autoridades remeteram-nos para os relatórios que regularmente emitem com as ocorrências mais relevantes.

Comentário: E em Minde? Como estamos de insegurança? Quantas vezes a GNR faz patrulha em Minde? (de dia ou de noite)

15 janeiro, 2008

Caminhadas pelo Concelho


Freguesia de Malhou recebe quinta caminhada da temporada 2007 /08

A concentração está marcada para as 10:00h do dia 20 de Janeiro, junto ao Largo da Igreja.
A caminhada terá um grau de dificuldado baixo/médio, sendo a distância a percorrer de aproximadamente 7 quilómetros, em percurso circular.As inscrições são gratuitas e efectuadas no dia e local da actividade. Para participar apenas precisa de vestuário e calçado apropriado, água e boa disposição.
A CMA coloca um autocarro para transporte à disposição dos participantes das zonas de Alcanena e Minde, com os seguintes horários:

Alcanena - Praça 8 de Maio - 09:30h
Minde - Largo do Coreto - 09:30h

Telefone: 249 889 010

8.º Torneio Internacional do Vale do Tejo

O concelho de Alcanena volta a acolher o Torneio Internacional do Vale do Tejo, uma iniciativa da Associação de Futebol de Santarém.A oitava edição deste torneio terá lugar nos dias 5 e 6 de Fevereiro, com os jogos a serem disputados nos Estádios Municipais de Abrantes, Alcanena, Cartaxo e Rio Maior.


Em competição estarão as Selecções Nacionais Sub-21 de Portugal, Escócia, Suécia e Ucrânia, podendo os países participantes aproveitar este momento competitivo para preparar as suas equipas para a fase de qualificação que dará acesso ao Campeonato da Europa de Sub-21.Para além de receber um dos jogos do 8.º Torneio Internacional do Vale do Tejo, na vila de Alcanena ficará instalada a selecção nacional da Ucrânia, no Hotel Eurosol.

O calendário dos jogos será o seguinte:

Jogo 1: Portugal - Escócia, 5 de Fevereiro, 17:15h, Estádio Municipal de Abrantes
Jogo 2: Ucrânia - Suécia, 5 de Fevereiro, 15:00h, Estádio Municipal Joaquim Maria Baptista, Alcanena

Portugal - Vencedor ou Vencido Jogo 2, 6 de Fevereiro, 16:15h, Estádio Municipal de Rio Maior
Escócia - Vencedor ou Vencido Jogo 2, 6 de Fevereiro, 15:00h, Estádio Municipal do Cartaxo

(retirado do site da Câmara de Alcanena)

13 janeiro, 2008

Sugestão de Fim-de-Semana



Nos Alpes du Nord, bem nas entranhas das cordilheiras alpinas do Savoie em França, 8 estações de esqui e dezenas de aldeias constituem o maior domínio esquiável do mundo - LES 3 VALLÉES.
São 600 kms de pistas, muitas místicas, servidas por quase 200 teleféricos, cadeiras e meios mecânicos.
Um paraíso para quem gosta de aventura e um certo charme de algumas estações de ambiente elegante e diversificado.
Courchevel, La Tania; Méribel, Les Menuirs, Val Thorens, Saint Martin, Brides e Oreles são as estações da moda (já há muitos anos), e que qualquer esquiador não esquece !!!
in Ska-Nevasse »»»

11 janeiro, 2008

Vamos a ver se nos entendemos



Muito actual e bastante pertinente é o artigo que o Prof. Abílio Martins publicou na última edição do Jornal de Minde. Por vezes o "pavoneio" e estupidez de quem nos governa é tão evidente que...

"Valha-lhes Santo Ildefonso, que é o advogado dos patetas."

Vamos a ver se nos entendemos
Afirmação negativa
Habitamos um país de pavões onde se leva a vida a fazer de conta sem se cuidar de deitar contas à vida.
Cada centímetro do troço do metro do Terreiro do Paço, recentemente inaugurado custou 294 contos.
Assim se mostra o pavoneio de quem nos governa, sem ter em conta a realidade do país por inteiro que, apesar desta febre de fi gurar no Guiness por grandes feitos, nunca mais perde o estatuto de ser o mais pobre da Europa dos primeiros quinze
.

Mas vamos ao assunto que hoje me trouxe aqui.
Uma das maneiras com que os pequenos gostam de se afirmar é impor obstáculos ou dificuldades a quem pensam que se julga mais que eles.
É o que acontece, por exemplo, em pequenas povoações com a marcação de passadeiras para peões, como o caso dum lugar não muito longe daqui onde foram marcadas onze zebras, devidamente sinalizadas, quando o movimento de pessoas na rua é diminuto, sendo raro e bem visível o trânsito automóvel.
É o que se vê por aí com muita frequência com a aplicação de lombas no pavimento das estradas, autênticos e indiscriminados insultos à educação cívica de quem cumpre e não cumpre o código, e ao mesmo tempo graves atentados contra a integridade física dos veículos e a comodidade dos
seus ocupantes, que podem muito bem ter sérios problemas de saúde, como é o caso dos doentes transportados em ambulâncias.
É o que se vê no vizinho lugar do Bairro onde foi instalado um sistema de semáforos composto por vinte postes, num cruzamento sem movimento que o justifique, quando dois ou três sinais de prioridade de passagem resolviam perfeitamente a situação. Isto porque uma das vias ali convergentes dá acesso à casa de um autarca com algum peso, (É por estas e por outras que certas Câmaras ultrapassam os limites de endividamento, numa clara demonstração de má gestão dos dinheiros públicos)
E quem é que não viu já a propositada lentidão de certas pessoas nas passadeiras para peões, como uma manifestação de superioridade sobre quem circula de carro?
E quantas vezes os agentes de autoridade ou os bombeiros não exorbitam das suas prerrogativas impondo limitações ou levantando obstáculos à movimentação de pessoas e
viaturas notoriamente exagerados?

Há coisa de uns três meses passei por uma vilazinha, sede de concelho mas mais pequena do que Minde, onde já tinha estado mais vezes porque a achava deveras interessante.
Desta vez, porém, confesso que me causou um certo desencanto porque, com o objectivo de a promoverem, a encheram de placas de sinalização, muitas das quais muito mal justificadas pelo pouco movimento que a terra tem.
Uma terra assim, cheia de condicionamentos desnecessários, em vez de se promover acaba por desagradar a quem a visita e afastar quem a procura nem que seja para almoçar nalgum restaurante.
Numa sede de freguesia do nosso concelho instalaram lombas na estrada que a atravessa.
Acontece que essa estrada é bastante sinuosa mal dando por isso para nela se circular a mais de 40, o que me parece ser uma velocidade bastante segura. Desnecessária seria portanto a colocação daquelas barreiras que, neste caso, só servem para incomodar quem por ali tem de passar, levando os condutores a esconjurarem quem as lá mandou pôr.
Quererão os seus autores dizer a quem passa que aquela terra também é importante, quanto mais não seja pelo facto de ter aquelas lombinhas?
Valha-lhes Santo Ildefonso, que é o advogado dos patetas.
Quando muito poderão significar que é uma terra de pretensiosos, como o serão todas aquelas com limitações semelhantes, sejam elas aldeias, vilas ou cidades.



No que a Minde diz respeito parece que estamos a cair no mesmo erro – dificultar, em vez de dar facilidades a quem se quer movimentar dentro do nosso espaço urbano.
Vejamos:
Temos aí três ruas largas com sentido único. Porquê?
Que vantagem há em obrigar os condutores a andar às voltinhas numa terra onde o que está mal é o estacionamento e não a racionalidade da movimentação?
E que dizer das lombas do Covão que, ao contrário das do Vale Alto, nunca foram retiradas apesar da instalação do controlo automático da velocidade?
Há ali, portanto, uma penalização que agride, sem razão, tanto os veículos como os ocupantes.


Abílio Madeira Martins,
in Jornal de Minde, Dez 2007

Câmara de Alcanena denuncia descarga no Alviela

A Câmara Municipal de Alcanena detectou novas descargas poluentes na ribeira dos Amiais, concelho de Santarém, afectando directamente a nascente do rio Alviela, anunciou a autarquia em comunicado.
De acordo com a nota de imprensa, desde quarta-feira "estão a ser efectuadas descargas poluentes na Ribeira dos Amiais (concelho de Santarém) que atingem directamente o rio Alviela na zona da sua nascente (Olhos de Água do Alviela), situação que se tem verificado com alguma frequência".

O município de Alcanena afirma que não é "possível determinar com exactidão a origem poluente", apontando como "muito provável" a proveniência de "indústrias instaladas a montante desta nascente ou na própria ETAR da localidade de Amiais de Baixo, concelho de Santarém."

Contactado pela Agência Lusa, o vereador com o pelouro das Obras Municipais da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves, garantiu que a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) não tem "nenhuma anomalia", alegando que a origem da descarga poderá ter origem "a jusante da ETAR, ou a montante, mas passando ao lado da ETAR".
Ricardo Gonçalves explicou que irá "demonstrar as preocupações" do município junto do Ministério do Ambiente, através da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), assumindo que pretende "acompanhar esta matéria de perto".

Segundo a Câmara de Alcanena, a ocorrência foi comunicada à GNR e ao Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, que, segundo fonte da autarquia, já estiveram no local, e ainda à CCDR-LVT. Fonte do município de Alcanena garantiu à Lusa que a origem da poluição poderá estar numa das várias linhas de água que confluem com a ribeira dos Amiais, a montante da ETAR, onde, referiu, estão instaladas suiniculturas e indústrias de cortumes.

A Câmara de Alcanena comunicou a situação à Empresa Portuguesa das Águas Livres (EPAL), que procede à captação de águas junto à nascente, numa zona anterior à confluência da ribeira de Amiais com o rio Alviela.

(extraído do Jornal «O Mirante»)

08 janeiro, 2008

Esclarecido o Mistério

Quem sabe, sabe!! E o Sr. Agostinho Nogueira veio dar uma achega muito grande para esclarecer este mistério da "Casa Amarela".
Muito Obrigado, Sr. Agostinho !!!


"Casa Amarela
Tenho acompanhado os textos e comentários acerca da Casa Amarela.
A Anafre é uma organização bastante nova. Data de final dos anos 80, e o executivo da Junta do Carlos Fontes Carvalho ainda participou em algumas reuniões que lhe deram origem. Mas essa é outra história, aliás já referida em Jornal de Minde.
Naturalmente que há informações no site da Anafre e noutros sites que não são tão seguras como à partida seria para desejar. A falta de rigor é infelizmente uma constante em muitos textos que podem ler-se na Internet.

Vamos ao que interessa.
O texto referente ao património de Minde que está no site da Anafre foi transcrito (mal) do livro “Concelho de Alcanena Passado Presente e Futuro” editado pela Câmara Municipal de Alcanena em 1989, na celebração dos 75 anos do concelho. O capítulo onde se pode encontrar a citação intitula-se DEFESA E CONSERVAÇÃO DO PATRIMÓNIO e é da autoria de Dr. José Pedro Aboim Borges, investigador do Museu Nacional do Azulejo.

Diz textualmente:
“Dos diversos edifícios de Minde destacaremos alguns, quer pela sua arquitectura, quer pela decoração. A Casa Amarela, de 1924, a casa contígua a esta, neo-gótica, as diversas varandas com ferro forjado, o painel de Dália Pena, de azulejo, descrevendo a Feira da Santana, o forro de azulejo de Rafael Bordallo Pinheiro numa casa próxima do Museu Roque Gameiro, inaugurado em 1970, mas fechado de momento”

O texto aparece depois de se falar da igreja, das capelas, da Casa Açores e do coreto e seus azulejos, e, a seguir, fala-se do Covão do Coelho.
Tudo indica que o autor do trabalho visitou Minde, e não tenho grandes dúvidas de que na visita foi acompanhado por Vicente Batalha, nessa época o responsável pela cultura da Câmara, e o único que até agora deixou marcas da sua passagem nesse sector.
Se compararmos o texto do livro com o que vem no site da Anafre, damos logo pelos erros de transcrição que dão origem às dúvidas que se levantaram.

A casa amarela (afinal duas, geminadas) situam-se na R. Dr. Totta, uma delas da esposa de António Alves e a outra, recentemente recuperada, dos sogros do Sr. José Capaz, a seguir a casa neo-gótica (pela fachada em pedra, pelo arco ogival no rés do chão, pelas janelas e pela varanda) era a adega de Manuel da Silva Santos, sogro de José Capaz, e o terreno era herança de Roque Gameiro que o vendeu ao primo, conforme já se relatou em Jornal de Minde, e pode ser verdade o que dizem os herdeiros que o projecto tem traços de Roque Gameiro. Há por aí diversos gradeamentos antigos de ferro forjado, nomeadamente nesta casa, o painel de azulejos de Dália Pena não se diz onde está implantado e o forro de azulejos de Rafael Bordalo Pinheiro é, como se sabe, o da casa do Sr. Manuel Almeida Ferreira Sana na Praça Alberto Guedes.
Com cumprimentos, espero que a achega seja uma contribuição válida. "

A. Nogueira , 08 Janeiro, 2008

Prestar contas ou a necessária «accountability»

«Accountability» é uma excelente palavra inglesa que em português se pode traduzir, deficientemente, por prestar contas. «Accountability» significa que quem desempenha funções de importância na sociedade deve regularmente explicar o que anda a fazer, como faz, por que faz, quanto gasta e o que vai fazer a seguir. Não se trata, portanto, apenas de prestar contas em termos quantitativos mas de auto-avaliar a obra feita, de dar a conhecer o que se conseguiu e de justificar aquilo em que se falhou.

A obrigação de prestar contas, neste sentido amplo, é tanto maior quanto a função é pública, ou seja, quando se trata do desempenho de cargos pagos pelo dinheiro dos contribuintes.

Em Portugal, a «accountability», a prestação regular de contas, não faz parte dos nossos brandos costumes. Os titulares do poder governamental ou parlamentar, os responsáveis da Administração Pública, Regional ou Local, os autarcas, os gestores das empresas públicas, são parcos na apresentação pública, ordenada e clara do que cumprem e não cumprem. Desde o não preenchimento e depósito das declarações sobre património e rendimentos até ao não esclarecimento de largas ultrapassagens dos orçamentos em tantas obras públicas e camarárias, passando pelo mistério do total silêncio de vários deputados durante quatro anos de mandato na Assembleia da República ou pelas promessas não concretizadas, embora com data marcada, dos governantes, são inúmeros os exemplos de total desprezo pelo conceito de «accountability» e pelo comportamento ético que ele implica.

É certo que os meios de comunicação social, incluindo a Internet, com tudo o que esta comporta de boa e de má informação, obrigam cada vez mais os detentores do poder - todos eles, do Presidente da República ao dirigente do clube de futebol - à frequente prestação de contas e impedem-nos de só abrirem a boca nos momentos eleitorais ou nas assembleias gerais das empresas ou das associações desportivas, culturais e de solidariedade social. A livre e instantânea circulação de abundante informação cria sem dúvida novas formas de legitimação do poder.

Mas não é menos certo que nem sempre os «media» conseguem cumprir esse papel. Sobretudo, mesmo em democracia, em países onde os Governos, pelas vias legislativa e administrativa e pela distribuição de favores políticos, conseguem dominar ou condicionar o que é publicado e instaurar a autocensura.

Nesses casos, a «accountability» é um projecto adiado. E muitas vezes surge a arrogância como camuflagem desse adiamento.

NOTA: Editorial do jornal «Expresso» do passado Sábado, dia 5 de Janeiro de 2008.
Conteúdo pernitente e com algum significado na nossa terra, sobretudo para o CAORG, que cita sempre as suas assembleias gerais no processo do Museu Roque Gameiro.
E também se aplica no penúltimo parágrafo à recente polémica sobre o Jornal de Minde. Porque é o risco da «autocensura» que está em causa.

Os destaques são da nossa responsabilidade.

Um Concelho Pacato

Somos um concelho pacato. Nada se passa por aqui.
A avaliar pelo site da CMA, que ainda não despiu as vestes de Natal, e onde já não entra uma vírgula há quase um mês, dá para ver que além de uns foguetes não anunciados no fim-de-ano, vamos rolando sobre rodas e "docement".



Se não fosse a inauguração do Carsoscópio, a notícia do último acontecimento seria a entrega dos desfibrilhadores aos bombeiros em Outubro.
No fim do ano foram publicadas as actas dos últimos seis meses, e daqui a outros seis, com um pouco de sorte, devem ser publicadas as próximas.
"Vai-se fazendo o que se pode, porque agora tá frio e não dá jeito nenhum trabalhar. Mas o que seria bom era a malta ir passar um período de gestão á geminada Praia. Os rapazes de Cabo Verde vinham para cá gerir isto um tempo, e nós íamos para lá. Uma troca temporária, neste época chata de Inverno."

Sobre o Alcanena 2013, nem uma palavra. São trezentas e tal páginas de conteúdo e informação estratégia tão valiosa e inovadora, que não vá algum acto de sabotagem copiá-la para aplicar noutros concelhos.
Esqueceram-se da internet, e, num acto de espionagem, acabamos todos por conhecer o secreto plano x: Vem aí o Museu Territorial. - Alcanena vai ser mesmo a Capital dos Museus. Boa !!!
No último pacote de actas publicadas (deu jeito porque havia umas medidas pomposas a anunciar na última reunião), podemos ler, e verificar, que o secreto Alcanena 2013 com o seu Museu Territorial já está em "movement".
Copiei este trecho da
acta de 26.11.07, pág. 11 e 17:

"(...)
_______ 5 – Pela Vereadora, Senhora Ana Cláudia Cohen Gonzaga Borges Caseiro Inácio Coelho, foram apresentados os seguintes assuntos
(...)
_______ 5.4 – Sobre o Museu do Curtume, recordou que na reunião da aprovação do projecto foi assumido pelo Senhor Vice-Presidente que a obra só avançaria se houvesse financiamento. Dado que foi transmitido pelos meios de comunicação a assinatura do auto de consignação, gostaria de saber qual é o ponto da situação relativamente ao financiamento.
_______ A propósito do Museu do Curtume, referiu outros equipamentos municipais – Museu da Aguarela, Cine Teatro e Ciência Viva....
(...)
_______ 8 – Pela Excelentíssimo Senhor Presidente da
Câmara, foram prestados os seguintes esclarecimentos acerca
dos assuntos referidos pelos Senhores Vereadores:

(...)
_______ 8.4 – Sobre o Museu do Curtume, disse que tivemos recentemente a indicação por parte do Programa Operacional da Cultura, de que iria haver verbas disponíveis para o projecto. Falta apenas quantificar a percentagem. Daí que o projecto está a avançar.

_______ A Vereadora, Senhora Ana Cláudia Cohen Gonzaga Borges Caseiro Inácio Coelho, disse que se os fundos comunitários comparticiparem o projecto a sessenta por cento, a parte a custear pela Autarquia, ainda é elevada.
Perguntou como é que se pensa financiar a percentagem que não é comparticipada.

_______ O Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara, disse que como é um projecto comparticipado pelos Fundos Comunitários, a Autarquia pode socorrer-se de empréstimos bancários para fazer face à percentagem não comparticipada.
_______ Acrescentou que o Museu do Curtume em Alcanena é um projecto prioritário do Alcanena dois mil e treze.
(...)"



COMENTÁRIO:
Ainda bem que temos crédito no banco e que vamos ter depressa o Museu do Curtume. Estava a ver que nunca mais chegava. Finalmente uma luz ao fundo do túnel e uma réstea de esperança e fé num rápido e próspero desenvolvimento do concelho. Espero que o próximo seja o Museu da Vela e da Vassoura.
Alcanena será finalmente a Capital dos Museus. Essa coisa dos "maus cheiros" já faz parte do passado.
Vamos todos rezar para que o "santo QREN" não nos falhe !!!
(Senão, não haverá dinheiro que pague a indemenização ao empreiteiro).

Almoço de Confraternização

ALMOÇO de CONFRATERNIZAÇÃO

ANTIGOS ALUNOS
COLÉGIOS de Stª. MARIA e ANDRADE CORVO
TORRES NOVAS
Dia 15 de MARÇO 2008


Informações:- Luís Rua - Tm. 918529523
luisrua227@gmail.com
colegioac@cacorvo.pt

07 janeiro, 2008

Num dos planetas da quarta sesta do margaceiro



"Num dos planetas da quarta sesta do margaceiro o Penostra de Belém andou de peneireiro a mirantar as didezas causadas pela falta de regatinha das carrascudas nas terrujas do trastagano. Devido à trilha ser muito teodorinha para os do Noé na dos sete palmos daquelas terrujas há muitos pasmados sequeiros e houve até alguns que encolheram os mirantes por causa da âmbria".

Esta a notícia publicada na edição n° 423 do Jornal de Minde, da qual, por certo, o meu leitor não logrou entender patavina.

Segue a tradução: "Num dos últimos dias de Março o Presidente da República andou de helicóptero a ver os prejuízos causados pela seca nas terras do Alentejo.
Devido à falta de pastagens naquela região, o gado bovino encontra-se em estado de grande magreza havendo até casos de animais que morreram devido à fome".
O texto por que introduzimos esta crónica é a expressão, que o tempo vai desgastando, do linguajar da gente de Minde. É a "piação do Ninhou", o calão dos habitantes de Minde, de outros tempos, claro está.
Terra agreste e avara. De um lado a Serra de Aire, à ilharga a de Santo António. Na terra escassa e vermelha, tanto quanto o permitem as intermitências dos calcários, medram carvalhos, medronhos, alecrins. E oliveiras, ralas.

Em 1147, D. Afonso Henriques trilhou os caminhos da serra. Vinha de Coimbra. E terá sustido a marcha no sítio que mais tarde passou a ser Minde. Pouco tempo se deteve o rei, de longada para Santarém. Apenas o bastante para dar descanso à peonagem e às montadas. E concertar com Mem Ramires um estragema para desalojar os mouros da vila.
Por ali -falo de Minde- se mantiveram, todavia, alguns pastores, afrontando as inclemências da serra bruta e agreste. A pastorícia potenciou o fabrico artesanal de lanifícios.
E foi assim que, ao longo dos tempos, os homens de Minde se fizeram cardadores, mercadores de lãs, vendedores de mantas.
Caberá, por isso, falar do calão minderico que é uma modalidade de gíria, com carácter reservado e específico de uma comunidade regional, destinado a não ser entendido senão por um grupo de pessoas.

O calão minderico é um código linguístico próprio de um grupo sócio-cultural que deambulava pelas feiras mercadejando lãs.
A gíria ou calão minderico, a “piação de charales”, assumia, nessas circunstâncias, um carácter instrumental, deliberadamente hermético. Um linguajar destinado a ser usado numa esfera restrita de pessoas, inacessível a não iniciados; um exercício, afinal, de autodefesa do grupo.
O grupo, todavia, a comunidade que sustentou o calão minderico dá hoje sinais de manifesta desagregação.
A indústria das lãs, das mantas de Minde, factor de desenvolvimento e progresso da vila, mergulhou em profunda decadência. Sem remissão.
Minde é agora uma recordação, tirante a etnografia, ela própria também do passado.



Subsiste a paisagem, única, deslumbrante. Os campos de lapiás, os matos rasteiros, oliveiras, azinheiras. E lapas, grutas, algares.
De par com os cardos e alecrins, as primeiras chuvas farão desabrochar narcisos, orquídeas, jacintos-das-campos.
E se o Inverno for generoso, terá o leitor diante de si um trecho de paisagem sem par, o polje de Minde, um fenómeno natural único no país.
O polje é uma lagoa de grandes proporções que se estende por uma depressão plana, entre Minde e Mira de Aire, e que, após alguns meses, se esvai, indo alimentar os aquíferos que integram o sistema hidrográfico da região. Dos muitos, aliás, admiráveis caminhos que o leitor poderá percorrer permito-me sugerir-lhe, ao acaso: Torres Novas, Moitas Venda, Serra de Santo António, Minde.

Cumprimentos do covano da terruja de S. Martinho.
Ou seja: cumprimentos deste seu amigo da Golegã.
Farinha Marques in "O Riachense"

O Mistério da Casa Amarela

Tem-se revelado um verdadeiro mistério esta história da "Casa Amarela" de Minde, que alguns sites e enciclopédias têm publicado como sendo um dos patrimónios edificados na nossa terra.

Uns têm dito que é a Casa do Sr. Manuel Carmona na Praça, outros apostam que é a casa onde morava a Sra. Adélia, mâe do Sr. José Capaz, na Rua Dr. Totta. Tavez, mas...
Parece-me que não é uma nem outra. Tal como as antigas escolas, que foram demolidas recentemente, desta Casa Amarela só existem vestígios. Somos especialistas nisto das demolições.

O Site da ANAFRE refere:
"A Casa Amarela de 1924 é um edifício neogótico, com varandas em ferro forjado, painel de azulejos de Dalia Pena descreve a Feira de Sant’Ana, o forro de azulejos é de Rafael Bordalo Pinheiro."

A referência á Dália Pena é uma pista nova. Alguém em Minde me indicou (e eu fui ver) que este painel é o que está no muro da entrada de uma antiga casa amarela que existia naquele local, e que agora está devoluto.
O Painel de azulejos está lá no muro (que tem um portão em ferro), foi pintado pela Dália Pena, retrata St. António, mas metade já caíu.
Fica na subida da Travessa da Freira, entra a casa do Quinolo e da filha do Sr. Henrique Luís.

Terá sido ali a tal CASA AMARELA ?

NOTA: Pelo menos, o painel de azulejos merecia ser aproveitado e retirado daquelas condições de degradação em que está. Assim vai acabar por cair todo!


PS : Ainda não tinha anunciado, mas na coluna lateral pode consultar, ampliar, brincar, com o mapa do google linkado a Minde. (estão lá quase todas as ruas)

05 janeiro, 2008

Notícias do CUMT



No CUMT, Comunidade Urbana do Médio Tejo, que integra actualmente os municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, apesar da inauguração da nova sede em Tomar, a situação financeira está a gerar controvérsia e algum mal-estar entre os associados.

Funcionários dos GAT fazem disparar custos de pessoal na Comunidade Urbana do Médio Tejo

A Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) vai aumentar significativamente os seus custos de funcionamento por via da absorção dos funcionários que até agora estavam adstritos aos três gabinetes de apoio técnico (GAT) existentes na região – Abrantes, Tomar e Torres Novas – estruturas que sempre foram financiadas pela administração central.

A passagem previsível do ónus para a CUMT está a gerar controvérsia entre os municípios que compõem a comunidade. “Não podemos admitir que as câmaras estejam impedidas de contratar mais pessoas por imposição do Governo e depois vermos os custos da Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) dispararem por causa do aumento dos recursos humanos”, critica o presidente da Câmara de Constância, António Mendes (CDU), adiantando que se está a criar uma “super estrutura” no Médio Tejo que tem de ser alimentada pelos municípios.

Em 2006 as despesas com pessoal situaram-se na casa dos 30 mil euros mensais, representando a grande fatia das despesas correntes da CUMT, que se situavam então nos 37 mil euros/mês. O ano passado as despesas com pessoal subiram para os 34.300 euros, com o total das despesas correntes a situar-se nos 40.800 euros. De acordo com o orçamento para 2008, aprovado o mês passado, as despesas com pessoal vão chegar aos 47.500 euros, de um total de despesas correntes estimado em 55.600 euros.

O descontentamento do autarca de Constância é comum ao de outros colegas, particularmente os dos municípios mais pequenos, que consideraram “intolerável” a subida prevista de encargos num momento em que as autarquias estão obrigadas a “cortes e restrições drásticas”. Luís Azevedo (ICA), presidente de Alcanena, considera que os valores são exagerados, “principalmente para quem vive sempre com problemas de tesouraria”, e apela ao bom senso nesta matéria.

Para acentuar o seu descontentamento sobre os aumentos previstos o presidente da Câmara da Barquinha, Miguel Pombeiro (PS), decidiu mesmo abster-se na votação do plano e orçamento da CUMT para 2008 “por não se rever nas opções tomadas”. Um “acto de coragem” que não foi seguido por mais nenhum dos seus colegas.
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Municípios devem 457 mil euros em quotas à Comunidade Urbana do Médio Tejo

Os municípios que integram a Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) devem 457 mil euros de quotas em atraso. Não há uma única autarquia que tenha as contas em dia mas o facto de algumas não pagarem a quota mensal há mais de um ano está a levantar grande celeuma entre as câmaras que se têm esforçado para não se atrasar com os pagamentos. Ainda mais numa altura em que a junta e a assembleia da CUMT já aprovaram um aumento exponencial do valor das contribuições autárquicas para 2008.

“Enquanto o assunto do aumento das quotas não for aclarado e as dívidas não forem pagas não transferimos mais nenhum dinheiro para a comunidade”. A posição do município de Constância, assumida pelo presidente António Mendes (CDU), é clara e diz bem do descontentamento que reina no seio da CUMT.

Só a Câmara do Sardoal, uma das que tem uma quotização de menor valor – ronda os três mil euros mensais - deve à comunidade 83 mil euros, sendo mesmo a que regista maior dívida. Na lista “negra”, o segundo lugar do pódio vai para o município de Torres Novas, devedor em 80 mil euros, seguindo-se a alguma distância a Câmara de Tomar, com 57 mil euros.

O município da Barquinha deve 56 mil euros, o de Mação 46 mil euros e o de Alcanena 36 mil euros. Abrantes tem uma dívida de 30 mil euros, o Entroncamento soma já 23 mil euros e Ferreira do Zêzere dez mil euros. Constância é o município que menos deve – seis mil euros, correspondentes a um atraso de dois meses. Ourém, que apesar de até agora ter estado integrada na Área Metropolitana de Leiria faz as candidaturas e recebe os financiamentos comunitários através da CUMT, também paga quotização, tendo actualmente uma dívida de 26 mil euros. São valores arredondados que, no total, somam uma dívida apurada, no final de Novembro, de 457.500 euros.
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Aumento de quotas dos municípios do Médio Tejo ainda por definir

O presidente da Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) disse que o aumento das quotas para 2008 dos 10 municípios que integram a CUMT, da ordem dos 30 por cento, vai ser ainda "acertado". O aumento do valor da quota para 2008 gerou algum descontentamento, sobretudo em municípios mais pequenos, que consideraram "intolerável" a subida prevista de encargos num momento em que as autarquias estão obrigadas a "cortes e restrições drásticas", segundo disse um dos autarcas à Lusa.

António Paiva afirmou que o assunto foi já debatido no seio da CUMT e que tem havido preocupação em perceber as dificuldades dos municípios mais pequenos. Como exemplo aponta o facto de os estatutos da CUMT estabelecerem que 40 por cento do valor da quota é igual para todos, sendo os restantes 60 por cento proporcionais às receitas dos municípios.

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Alcanena: Fugitivos disparam contra BT

Uma viatura da BT da GNR de Santarém foi alvejada ontem durante uma perseguição a um automóvel com matrícula falsa que transportava dois a três indivíduos.
Segundo o comando-geral da BT, o condutor da viatura suspeita foi mandado parar na A1, mas não acatou a ordem e fugiu em direcção à A23. Os militares seguiram o veículo, mas quando entraram na EN243, a caminho de Alcanena, foram alvejados pelos fugitivos. Um dos projécteis atingiu o pára-brisas do carro-patrulha, obrigando os militares a parar. A viatura suspeita foi encontrada mais tarde em Alcanena.
In "Correio da Manhã"

PS: De acordo com o comandante BT de Santarém, tenente João Figueiredo, os disparos ocorreram cerca das 08h20, na Estrada Nacional 243, junto à rotunda do Intermarché, em Alcanena, e veio-se a apurar que a viatura ligeira comercial foi furtada no concelho de Ourém, devendo ser restituída ao proprietário.

04 janeiro, 2008

Anulado o Lisboa Dakar 2008



A prova que devia ter inicio amanhão do Lisboa/Dakar 2008 foi cancelada por questões de segurança.
A decisão apanhou todos de surpresa. A organização do Lisboa-Dakar 2008 anulou hoje a prova, pela primeira vez em 30 anos, devido às tensões políticas internacionais, ao assassínio de quatro franceses na Mauritânia e às ameaças de terrorismo islâmico contra caravana.


"Tenho uma péssima notícia, o Dakar 2008 não arrancará", anunciou Etienne Lavigne, responsável da Amaury Sport Organisation (ASO), organizador da prova, perante um grande auditório do Centro Cultural de Belém, repleto e com as faces dos participantes a expressarem desilusão e frustração.

Lavigne explicou que, "após várias trocas de informação com o Governo francês, em particular com o ministério dos Negócios Estrangeiros, e tendo em conta as suas firmes recomendações, os organizadores decidiram cancelar o rali, que deveria realizar-se de 05 a 20 de Janeiro".
"Tendo em conta as actuais tensões políticas internacionais, o assassínio de quatro turistas, no passado dia 24 de Dezembro, atribuído a um ramo da Al-Qaeda, no Magrebe Islâmico, e, acima de tudo, às ameaças directas lançadas contra a prova por movimentos terroristas, a ASO não pode tomar outra decisão que não seja a anulação da prova", precisou Lavigne.

Mais informações e vídeo: http://www.ciclobtt.blogspot.com/