A avaliar pelo site da CMA, que ainda não despiu as vestes de Natal, e onde já não entra uma vírgula há quase um mês, dá para ver que além de uns foguetes não anunciados no fim-de-ano, vamos rolando sobre rodas e "docement".

Se não fosse a inauguração do Carsoscópio, a notícia do último acontecimento seria a entrega dos desfibrilhadores aos bombeiros em Outubro.
No fim do ano foram publicadas as actas dos últimos seis meses, e daqui a outros seis, com um pouco de sorte, devem ser publicadas as próximas.
"Vai-se fazendo o que se pode, porque agora tá frio e não dá jeito nenhum trabalhar. Mas o que seria bom era a malta ir passar um período de gestão á geminada Praia. Os rapazes de Cabo Verde vinham para cá gerir isto um tempo, e nós íamos para lá. Uma troca temporária, neste época chata de Inverno."
Sobre o Alcanena 2013, nem uma palavra. São trezentas e tal páginas de conteúdo e informação estratégia tão valiosa e inovadora, que não vá algum acto de sabotagem copiá-la para aplicar noutros concelhos.Esqueceram-se da internet, e, num acto de espionagem, acabamos todos por conhecer o secreto plano x: Vem aí o Museu Territorial. - Alcanena vai ser mesmo a Capital dos Museus. Boa !!!
No último pacote de actas publicadas (deu jeito porque havia umas medidas pomposas a anunciar na última reunião), podemos ler, e verificar, que o secreto Alcanena 2013 com o seu Museu Territorial já está em "movement".
Copiei este trecho da acta de 26.11.07, pág. 11 e 17:
"(...)
_______ 5 – Pela Vereadora, Senhora Ana Cláudia Cohen Gonzaga Borges Caseiro Inácio Coelho, foram apresentados os seguintes assuntos
(...)
_______ 5.4 – Sobre o Museu do Curtume, recordou que na reunião da aprovação do projecto foi assumido pelo Senhor Vice-Presidente que a obra só avançaria se houvesse financiamento. Dado que foi transmitido pelos meios de comunicação a assinatura do auto de consignação, gostaria de saber qual é o ponto da situação relativamente ao financiamento.
_______ A propósito do Museu do Curtume, referiu outros equipamentos municipais – Museu da Aguarela, Cine Teatro e Ciência Viva....
(...)
_______ 8 – Pela Excelentíssimo Senhor Presidente da
Câmara, foram prestados os seguintes esclarecimentos acerca
dos assuntos referidos pelos Senhores Vereadores:
(...)
_______ 8.4 – Sobre o Museu do Curtume, disse que tivemos recentemente a indicação por parte do Programa Operacional da Cultura, de que iria haver verbas disponíveis para o projecto. Falta apenas quantificar a percentagem. Daí que o projecto está a avançar.
_______ A Vereadora, Senhora Ana Cláudia Cohen Gonzaga Borges Caseiro Inácio Coelho, disse que se os fundos comunitários comparticiparem o projecto a sessenta por cento, a parte a custear pela Autarquia, ainda é elevada.
Perguntou como é que se pensa financiar a percentagem que não é comparticipada.
_______ O Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara, disse que como é um projecto comparticipado pelos Fundos Comunitários, a Autarquia pode socorrer-se de empréstimos bancários para fazer face à percentagem não comparticipada.
_______ Acrescentou que o Museu do Curtume em Alcanena é um projecto prioritário do Alcanena dois mil e treze.
(...)"

COMENTÁRIO:
Ainda bem que temos crédito no banco e que vamos ter depressa o Museu do Curtume. Estava a ver que nunca mais chegava. Finalmente uma luz ao fundo do túnel e uma réstea de esperança e fé num rápido e próspero desenvolvimento do concelho. Espero que o próximo seja o Museu da Vela e da Vassoura.
Alcanena será finalmente a Capital dos Museus. Essa coisa dos "maus cheiros" já faz parte do passado.
Vamos todos rezar para que o "santo QREN" não nos falhe !!!
(Senão, não haverá dinheiro que pague a indemenização ao empreiteiro).
Alcanena será finalmente a Capital dos Museus. Essa coisa dos "maus cheiros" já faz parte do passado.
Vamos todos rezar para que o "santo QREN" não nos falhe !!!
(Senão, não haverá dinheiro que pague a indemenização ao empreiteiro).
ALMOÇO de CONFRATERNIZAÇÃO
Em 1147, D. Afonso Henriques trilhou os caminhos da serra. Vinha de Coimbra. E terá sustido a marcha no sítio que mais tarde passou a ser Minde. Pouco tempo se deteve o rei, de longada para Santarém. Apenas o bastante para dar descanso à peonagem e às montadas. E concertar com Mem Ramires um estragema para desalojar os mouros da vila.
Tem-se revelado um verdadeiro mistério esta história da "Casa Amarela" de Minde, que alguns sites e enciclopédias têm publicado como sendo um dos patrimónios edificados na nossa terra.
A Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) vai aumentar significativamente os seus custos de funcionamento por via da absorção dos funcionários que até agora estavam adstritos aos três gabinetes de apoio técnico (GAT) existentes na região – Abrantes, Tomar e Torres Novas – estruturas que sempre foram financiadas pela administração central.
Os municípios que integram a Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) devem 457 mil euros de quotas em atraso. Não há uma única autarquia que tenha as contas em dia mas o facto de algumas não pagarem a quota mensal há mais de um ano está a levantar grande celeuma entre as câmaras que se têm esforçado para não se atrasar com os pagamentos. Ainda mais numa altura em que a junta e a assembleia da CUMT já aprovaram um aumento exponencial do valor das contribuições autárquicas para 2008.
O presidente da Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) disse que o aumento das quotas para 2008 dos 10 municípios que integram a CUMT, da ordem dos 30 por cento, vai ser ainda "acertado". O aumento do valor da quota para 2008 gerou algum descontentamento, sobretudo em municípios mais pequenos, que consideraram "intolerável" a subida prevista de encargos num momento em que as autarquias estão obrigadas a "cortes e restrições drásticas", segundo disse um dos autarcas à Lusa.
Uma viatura da BT da GNR de Santarém foi alvejada ontem durante uma perseguição a um automóvel com matrícula falsa que transportava dois a três indivíduos.
As câmaras municipais que abdicaram de receber entre 0,5 e 1 por cento das deduções feitas pelos munícipes para o IRS têm consciência que a situação vai prejudicar a estabilidade financeira das autarquias.
Luís Azevedo não sabe se a decisão que tomou lhe vai dar mais votos nas próximas eleições, mas há autarcas que decidiram arriscar perder eleitores em nome da estabilidade financeira das câmaras. Como é o caso de Vila Franca de Xira, Azambuja, Santarém, Coruche, Entroncamento, entre outras. “Com a situação financeira da câmara não podemos prescindir de receitas e se o Estado quer fazer baixar os impostos que o faça mas não à custa das autarquias”, realça o vice-presidente do município de Santarém, Ramiro Matos (PSD).


Situada muito próximo da Serra d’Aire Minde participa das curiosidades geomorfológicas que caracterizam essa serra. Se o nome de Minde vem ou não de D. Mendenho, antigo rei mouro, ou provêm do nome de D. Mendo, não se sabe, o que se sabe é que a povoação é muito antiga, tendo recebido dos reis portugueses numerosos privilégios, que terminaram em 1834, sendo um deles a isenção de fornecer recrutas para os exércitos nacionais, não lhe foi, no entanto, nunca dado foral. Crê-se que a freguesia de Minde surgiu a partir de uma ermida da invocação de Nossa Senhora dos Cerejais onde havia missa, sendo os funerais e os sacramentos feitos em Santa Maria.
Do rico património de Minde destaca-se a igreja paroquial, fundada em 1623 de que se destaca a talha de excelente qualidade, um sacrário de pedraria dourada datado de 1547, havia também esculturas quinhentistas que foram enterradas no cemitério. A capela de S. Sebastião que terá sido construída no reinado de D. Duarte; a capela de Santo António, datada de 1475 sofreu várias reformas, tendo a imagem do orago sido queimada pelos franceses.
NOTA
Não é vulgar um casal ter oportunidade de celebrar os seus 70 anos de casamento.

Para Lisboa as inscrições são limitadas aos primeiros 7500 inscritos (o ano passado demorou 15 dias), têm um custo de 60 €,e o kit de participação inclui a oferta de: Bicicleta, Capacete, Mochila, T- shirt, medalha, diploma, bomba de ar, bebida e brindes promocionais.



Pressupondo que em fins de 2008 a casa estará acabada, tal como está definido no projecto de obra, interessa começar a pensar nas melhores formas de promover o Museu Roque Gameiro, para que também não se repita a situação anterior em que havia dias e dias em que o museu não tinha um único visitante. Para já, será um erro colocar logo de início as expectativas por baixo e pensar em aproveitar funcionários que estejam a dar apoio administrativo ao CAORG para «abrir o museu» quando este tiver algum visitante. O museu deve ter um horário de funcionamento, como qualquer museu que se preze, e ter alguém em permanência no local habilitado para dar as explicações necessárias. A Casa de Santa Maria, em Cascais, fica ao lado de outro espaço museológico, o Farol de Santa Marta, e ambas encontrei abertas e com um funcionário diferente.
Por fim, quero mais uma vez dizer que não gosto da designação proposta: «Museu da Aguarela Roque Gameiro». Já ouvi a sua razão de ser mas penso que aqui deve presidir uma questão de princípio e, simultaneamente, de homenagem. O Museu Roque Gameiro abriu na década de setenta por vontade e esforço conjugado de conterrâneos que pertenceram a uma geração anterior, a dos nossos pais, muitos deles já falecidos ou em idade terminal. Por uma questão de respeito para com todas essas pessoas, penso que não temos que «inventar a roda» mas sim preservar o mesmo nome com que originalmente o museu foi criado. O espólio é basicamente o mesmo, a razão de ser da sua reabertura é a mesma, porque não manter o mesmo nome, dando-lhes um sinal de continuidade?
«Há que encarar as críticas como um estímulo para fazermos melhor»