27 dezembro, 2007

MODA: As malhas estão de volta

Saiba como escolher as malhas que a vão aquecer esta estação.
Tempo frio. Roupa quente. As malhas estão de volta.
Os gorros, cachecóis, vestidos, casacos, boleros e as incontornáveis camisolas estão aí para a proteger, com estilo, dos dias frios. Lisa ou estampada, com malha fina ou mais grossa... com a ajuda de Helena Carmona, consultora de imagem, descubra os pontos fortes de cada peça:

Gorro - Informal e prático, é ideal para os passeios de fim-de-semana. Combine-o com luvas no mesmo tom ou contrastantes, para um look mais irreverente.
Cachecol - Aposte no tamanho XL e use-o enrolado ao pescoço com muitas voltas e um nó grande.
Casaco - Há-os de todos os tamanhos e feitios, por isso adapte-o à sua imagem. Se é alta e magra, abuse dos cardigans de malha grossa, com cinto sobre calças justas.
Se tem uma silhueta mais larga e baixa, evite os casacos compridos e prefira os de malha fina abertos.
Vestido - Prático e versátil. Se for colorido ou estampado é irreverente, se tiver linhas direitas e tons neutros é sofisticado.
Use-o com sabrinas, botas ou sapatos de salto alto. Combine com collants opacos (pretos ou tom sobre tom). Para delinear a silhueta, use cinto.
Bolero - Cintura de vespa é o requisito principal para usar esta peça, que combina bem com jeans.
Dica - Se tiver um pescoço curto ou largo, evite golas altas e de malha grossa.

Texto: Manuela Vasconcelos com Helena Carmona (consultora de imagem)
Foto: Artur (com produção de Mónica Maia)
In "Sapo Mulher - Saber Viver"

Finalmemte - Alviela na Assembleia da República

As petições sobre a situação ambiental do rio Alviela já estão em condições de serem discutidas na Assembleia da República, faltando apenas serem agendadas em conferência de líderes. O relatório final das petições, que deram entrada na Assembleia da República há quase ano e meio, só agora foi aprovado na Comissão Parlamentar do Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território.

O relatório reconhece a gravidade da situação ambiental que vive o rio, alvo de descargas poluentes com regularidade, e deixa um conjunto de recomendações. Entre elas está a criação de um plano específico para a bacia do Alviela e a monitorização da qualidade do ar em Alcanena. Uma das petições refere-se à questão ambiental em Alcanena e é subscrita por 2507 cidadãos. A segunda, denominada “Petição pela despoluição do rio Alviela”, foi assinada por 7071 pessoas dos concelhos de Santarém e Alcanena, sendo o primeiro subscritor o presidente da Junta de Freguesia de Vaqueiros Firmino Oliveira (CDU).
In "O Mirante"

Governo questionado sobre segurança na Auto-Estrada 1

O deputado do PCP, Bernardino Soares, quer saber que avaliação faz o Governo das condições de circulação no troço entre Santarém e Torres Novas da Auto-Estrada nº1 (A1), que está em obras. Nesse sentido apresentou um requerimento na Assembleia da República no qual questiona também se estão a ser cumpridas as normas de segurança, se houve fiscalização das obras e qual o resultado. O parlamentar quer ainda que o Governo explique como é que avalia a elevada sinistralidade no local e que medidas pretende tomar para resolver a situação.
Bernardino Soares diz no texto do requerimento que “é visível a insuficiência de medidas de segurança para a circulação dos automobilistas”.

E realça que a situação só vem dar razão ao partido quando propôs que, em casos como estes, não fossem cobradas as portagens “uma vez que a via não reúne as condições estabelecidas para as auto-estradas”. O deputado acrescenta ainda que é “dramática” a incidência de acidentes no troço e que não é aceitável atribuir “genericamente a responsabilidade dos acidentes à mera existência de casos de condução em excesso de velocidade”.



Recorde-se que na edição de O MIRANTE da passada semana (20 de Dezembro de 2007) o comandante distrital de operações de socorro pôs em causa a segurança rodoviária do troço da Auto-Estrada 1. Joaquim Chambel questionou a sinalização e a forma como decorrem os trabalhos, sobretudo durante a noite, a sinalização confusa e o facto das luzes dos veículos das empresas de construção encandearem os condutores.

Tal como foi também noticiado este ano já ocorreram 253 acidentes naquela zona, com 4 mortos, oito feridos graves e 76 feridos ligeiros. Desde o início das obras, em 15 de Março de 2006, aconteceram, no total, 405 acidentes. Entre 1 de Janeiro e 14 de Março de 2006 foram registados 18 acidentes com seis feridos ligeiros, enquanto nos primeiros três meses de 2007, já com as obras a decorrer, houve 31 acidentes com um morto, quatro feridos graves e nove feridos ligeiros.

(retirado do jornal «O Mirante»)

23 dezembro, 2007

Uma vela pela PAZ

Nesta época, quando passamos e olhamos à nossa volta, vemos um Natal comercial, interesseiro e consumista. O Natal não é as prendas, as luzes ou as iguarias, não é a mira do lucro. O Natal é a celebração do nascimento, para os que crêem, de um homem há dois mil e sete anos, que se afirmou como sendo filho de Deus. Mas que também comunicou que todo o homem era filho de Deus e que cada um se revestia de dignidade própria e com pleno direito a ser feliz.

Para isso é necessários que os bens naturais, ao serem transformados, beneficiem todos os homens e que possam contribuir para a realização pessoal de cada um. Que o tempo de trabalho não elimine o tempo de descanso nem destrua os momentos necessários para que as pessoas se reencontrem no lar, no laser, na convivência.

Hoje existem sinais do tempo que contrariam o espírito do Natal e que agravam cada vez mais a situação dos trabalhadores. Há cada vez mais precariedade e exclusão social:

  • o desemprego atinge meio milhão de trabalhadores, muitos com mais de 40 anos, pouco qualificados, sem esperança de encontrar um novo emprego. Quantas pessoas, no ano que passou, ficaram desempregadas em Minde?
  • o trabalho é cada vez mais deslocado, por períodos de tempo longos, que afastam pais e filhos, marido e mulher, pondo em causa a família e a educação que é devida aos filhos:
  • os horários são cada vez mais desfasados, muitas das vezes um dos pais chega à noite e encontra os filhos a dormir;
  • A sensação de precariedade no trabalho, o ritmo que nos é exigido, o tempo extra que somos «convidados» a prestar, provoca esgotamento e falta de capacidade de compreensão e de paciência;
Tudo isto implica um aumento da delinquência e da desagregação do conceito de família. No entanto, chegamos a esta época e são ultrapassados recordes de utilização dos cartões bancários, sai-se e encontramos filas e filas de automóveis junto às grandes superfícies, tudo sinais de um consumo desenfreado que leva ao endividamento das famílias e à sua destruição.

Anteontem, na minha rua, um «sem-abrigo» caiu ao chão, vítima de coma alcoólico, e muitos adultos passaram por ele «fingindo» não o ver. Navegamos num mar de prendas mas somos indiferentes ao horror da carência e do sofrimento dos outros!

E, já agora, compramos tantas prendas mas...alguém se lembra de dar uma ao Menino Jesus? Uma prenda que Ele aprecie? Porque não?

Aderir ao movimento da Cáritas:

OPERAÇÃO 10 MILHÕES DE ESTRELAS
UM GESTO PELA PAZ

Vou citar o site da Cáritas:

«Pelo 5º ano consecutivo, a Cáritas vai realizar em todo o país a OPERAÇÃO 10 MILHÕES DE ESTRELAS-UM GESTO PELA PAZ.

Esta iniciativa tem o objectivo de contribuir para “lançar uma pedrada no charco” em que se tornou a vivência do Natal que deixou de ter no seu centro o aniversariante: Jesus Cristo. Na génese desta campanha estão os valores da solidariedade da justiça e da paz.
A vela é apenas um sinal e um instrumento que facilite a partilha de bens com os mais pobres, porque enquanto persistirem tantas e tão graves desigualdades não haverá paz na terra mesmo para “os homens de boa vontade”.


A proposta do acendimento de uma pequenina chama nos parapeitos das nossas casas também é denúncia da opulência, expressa em milhões de luzes que se acendem mas que não iluminam verdadeiramente nem aquecem os corações.

FAÇA UM GESTO DE PAZ. NA NOITE DO DIA 24 DE DEZEMBRO
ACENDA UMA VELA PELA PAZ »


Mais informações em www.caritas.pt/estrelas

A maior cidade da região

Torres Novas e Entroncamento querem criar maior cidade da região
O Plano Estratégico é ambicioso e tem o ano de 2015 como horizonte

O famoso triângulo Abrantes/Tomar/Torres Novas vai dar lugar a uma “constelação” de cidades que terá como “estrelas” maiores Torres Novas e Entroncamento. É neste eixo que a Comunidade Urbana do Médio Tejo vai centrar a sua “metrópole”. O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara de Torres Novas, António Rodrigues (PS), durante a apresentação pública da estratégia do concelho, no âmbito do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), para os próximos sete anos.

Para concretizar “a maior cidade do distrito de Santarém e da região” pretende-se construir uma via rápida com quatro faixas de rodagem, que substituirá o actual troço da Estrada Nacional 3 entre Torres Novas e Entroncamento. “Acabou o tempo de olharmos só para nós. Se quisermos uma região competitiva só lá chegaremos com diálogo e entendimento entre autarquias e comunidades urbanas”. As palavras do presidente da Câmara de Torres Novas ecoaram no Teatro Virgínia como um “recado” para os vários autarcas presentes na cerimónia. Principalmente para o presidente do Entroncamento, quando António Rodrigues salientou que, para a estratégia dar os seus frutos, “os transportes urbanos de Torres Novas têm de ir ao Entroncamento e os de lá vir até cá”.

António Rodrigues fez questão de enaltecer os colegas do Médio Tejo que aprovaram por unanimidade a futura zona industrial e de logística da Zibreira “como o projecto prioritário de toda esta região”. Mas não esqueceu de enumerar alguns dos projectos concelhios, incluídos num livro de 160 páginas entregue aos presentes na cerimónia. Investimentos de cem milhões de euros distribuídos por quatro eixos que considerou fundamentais para o desenvolvimento do seu concelho como a educação, o ambiente, o desenvolvimento económico e a chamada cidade criativa.

António Rodrigues referiu-se ainda ao papel extremamente importante do sector empresarial nesta estratégia. “Tenho um respeito tremendo pelos empresários porque são eles que geram riqueza e criam emprego”, disse, salientando contar com eles para as necessárias e desejadas parcerias público/privadas para a concretização de alguns dos projectos apresentados. “Queremos que os empresários tenham aqui a oportunidade de ganharem dinheiro mas também pagarem bem os seus impostos”.
Ler Mais em "O Mirante"»»»



COMENTÁRIO :
Este "livrimho" de 160 paginas do Torres Nova PT não é "nada" comparado com o nosso Alcanena 2013 com 326 páginas.
Agora só nos resta esperar que o n/ digníssimo presidente faça a apresentação desse projecto com o tal capítulo do "Museu do Território".
Vamos esperar sentados ?

A1: Troço Santarém - Torres Novas na lista negra

Faz precisamente um ano no próximo dia 27, em que, sob o título
A Roubalheira nas Auto-Estradas, no blog Xarales, me insurgi contra o pagamento de portagens nos troços em obras.

Agora, e após 253 acidentes no troço da A1 Santarém-Torres Novas, parece que as muitas reclamações dos condutores têm sido usadas para melhorar as condições nos troços em obras, e a partir de meados do mês de Janeiro, com a aplicação da nova lei (24/2007), os concessionários podem ser obrigados a devolver as portagens dos troços em obras, caso não se verifiquem todas as condições exigidas.



"A polémica sobre a segurança rodoviária durante as obras de alargamento na A1 voltou a lume esta semana, numa época particularmente movimentada nas estradas. Mas não só: a lei aprovada pelo PS em Julho, que determina que os automobilistas continuam a pagar portagens, mesmo com obras nas auto-estradas, só tem efeitos práticos a partir de Janeiro.

Esta nova lei consagra, contudo, que as concessionárias vão ser obrigadas a devolver as portagens se as obras não cumprirem as condições mínimas de segurança. Em véspera desta nova lei ser aplicada, o PortugalDiário foi ouvir as razões de quem continua a defender a suspensão da portagem, no troço afectado pelas obras, e a exigir ao Governo medidas de segurança para os condutores.

O deputado do PSD Fernando Santos Pereira, considera «uma injustiça pagar portagens numa auto-estrada que de facto não o é».

No outro lado do hemiciclo, Bernardino Soares garante que o troço entre Santarém e Torres Novas «não reúne as condições estabelecidas para as auto-estradas», na lei aprovada pelo PS, e aponta a «elevada sinistralidade» como prova dessa insegurança: «Este ano já ali ocorreram 253 acidentes, dos quais resultaram quatro mortos, oito feridos graves e 76 feridos ligeiros».
Segundo o deputado, desde o início das obras, em Março de 2006, «já aconteceram no local 405 acidentes».

Para o social-democrata Santos Pereira, «é inacreditável consagrar-se em lei que se deve continuar a pagar integralmente para circular numa auto-estrada em obras, quando há estreitamento de vias para 2/3 da largura inicial exigida e quando, em caso de acidente, nem espaço existe para passar uma ambulância», garante o deputado que, depois de presenciar um acidente, no lanço Santarém-Torres Novas, verificou que a ambulância não conseguia socorrer os feridos porque não podia passar.
«Havia quilómetros de fila, e os carros, em apenas duas faixas e sem possibilidade de encostar - ladeados por um rail de ferro e outro de betão - impediam o acesso da ambulância: teve de vir no sentido contrário, pela zona em obras», recorda."

Ler Mais em "Portugal DigitaL"



COMENTÁRIO:
Detententora de um monopólio quase nacional, A Brisa faz anúncios muito bonitinhos na TV, mas continua a fazer uma autêntica roubalheira camuflada ao bolso dos pacíficos portugueses. Continuamos a percorrer inúmeros kms com as estradas em obras, de circulação limitida, vagarosa, por vezes extremamente perigosa e irritante, contudo, estamos a pagar aqueles kms como se estivessem em plenas condições normais.

Em muitos países da Europa, esses kms são descontados no valor da portagem. Esse é o procedimento correcto, mas como em Portugal somos comodistas ao ponto de não reclamar, a Brisa esfrega as mãos e, provavelmente não se irá esquecer dos habituais aumentos no início do ano.
Eu fui dos que já reclamei. E por escrito !!!

21 dezembro, 2007

Estes Momentos na Rádio Comercial

Rádio Comercial - Click p/ Ouvir A semana passada não ouviu o programa da Rádio Comercial sobre o blog Estes Momentos de Paula Capaz?

Pois tem a possibilidade de o ouvir agora (ou quando quiser) clicando AQUI»»» , e seleccionando PLAY.
Tem uma excelente programação musical, e poderá ir ouvindo enquanto navega na net.

PS: Por vezes a ligação é um pouco difícil, sendo a solução... ir tentando !!!

E a propósito de Estes Momentos, copiei este vídeo, muito adequado a esta quadra natalícia.

Minde: Que Soluções ?

Começou por ser um comentário em resposta ao VMCS no artigo sobre a Viabilização do Orçamento da CMA, e virou post, pelo que transcrevo o referido comentário do VMCS:

"... soluções ... quanto a mim a Freguesia e Minde só tem uma hipótese de voltar a ter população e a ser uma freguesia dinâmica, como foi até há 12/15 anos... construção do Pólo Industrial a Norte do Concelho ...
Podem-me dizer ... mas há pólos relativamente perto - pois há - só que as pessoas que vão trabalhar para Torres Novas ou Fátima, por exemplo, acabam por mudar a residência para essas cidades.

Só não vê quem não quer.
E não me venham com histórias de que Minde pode viver só da cultura - também deve viver, mas não chega. Deixem-se de fantasias, por amor de Deus.
Alimentar essa visão redutora é fazer o jogo de quem não quer desenvolvimento económico na Freguesia de Minde."
Vitor Manuel Coelho da Silva




COMENTÁRIO:
É uma visão bem realista da situação.
Precisamos urgentemente de soluções que viabilizem o desenvolvimento de Minde e que "estanquem" a sua queda acentuada e o desertar continuado da juventude (e não só) para outras paragens. Se não o fizermos, Minde corre o risco de se "apagar" e passar a ser um mero dormitório de uma população envelhecida.

A música, a cultura, e um pouco de turismo podem ser relevantes, mas Minde necessita de actividade industrial. Será um erro pensar o contrário, assim como será um erro considerar que a ZIM virá resolver alguma coisa.

Esta designada Zona Industrial está projectada de um modo totalmente desadaptado da realidade, não passa de um mero loteamento para barracões, que apenas servirá meia-dúzia de interessados que necessitam de espaços, e não atrairá qualquer investidor externo.
Enquanto é tempo, há que readaptar e reorganizar as áreas de modo a converter esta ZIM numa zona de expansão de Minde, transformando-a num Parque de Serviços e Pequenas Indústrias, e dando-lhe atratividade. Caso contrário estará condenada à nascença e não passará desta primeira fase.

A Música já é uma realidade significativa na n/ terra, mas o Turismo Cultural e o Ecoturismo necessitam de eventos e afirmação. Neste ponto, a sociedade civil, pode e deve fazer muito mais. Ficar à espera que outros venham resolver os n/ problemas, não nos levará a lado nenhum.

O designado Pólo Industrial a Norte do Concelho? É uma solução.
Precisamos de uma área atrativa para implantação de indústrias inovadoras, de média envergadura, que crie postos de trabalho, fixe a população, e que, simultaneamente crie condições para o desenvolvimento e revitalização do sector da indústria de transportes do Covão do Coelho. Já se justificava a criação de um Terminal Logístico.

Esta é uma visão pessoal que considero realista, e adaptada a quase todo o concelho. Em contrapartida, a autarquia responde-nos com uma quantidade enorme de projectos utópicos para museus e museusinhos de tudo e mais alguma coisa.
É claro que a cultura é importante e é a identidade de qualquer povo. Mas na situação actual, precisamos é de postos de trabalho, e eles não aparecem pela via do tal projecto megalómano do "Museu Territorial".



SOLUTIONS FOR MINDE - URGENCY WANTED !!!

Antonieta Roque Gameiro + Saul Roque Gameiro



Galeria d'Arte PORTICUS - inauguração
No próximo dia 22 de Dezembro (sábado), pelas 11 horas, será inaugurada a Galeria d'Arte PORTICUS, sita no Centro Comercial Porticus, Edifício Vida de Cristo, em Fátima
Expositores convidados: Antonieta Roque Gameiro (escultura) e Saúl Roque Gameiro (pintura)
In "Minderico.com"

20 dezembro, 2007

Estrada Minde-Fátima III

Lançado concurso para requalificação da EN110

O executivo da Câmara de Tomar aprovou por unanimidade, na reunião de terça-feira, o lançamento do concurso para a execução da remodelação/requalificação da Estrada Nacional 110, entre a rotunda situada junto ao Regimento de Infantaria de Tomar e o Nó do IC9 na Venda Nova.

A autarquia decidiu avançar com o concurso, enquanto aguarda pelos fundos do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), onde vai candidatar o financiamento da execução do projecto. “Isto é que é uma obra a sério”, afirma o presidente António Paiva (PSD). O projecto prevê o alargamento da estrada em algumas áreas, a construção de passeios e várias rotundas, a criação de espaços verdes ao longo de toda a via e a instalação de diversas infra-estruturas como esgotos, electricidade ou telecomunicações. A estimativa do investimento é de 2.173.891 euros.
(retirado do Jornal «O Mirante»)

COMENTÁRIO: Há municípios que não ficam eternamente à espera...



O Video refere-se à IC 3 - Variante de Tomar / Nó da Atalaia

Presidentes de junta viabilizam orçamento de Alcanena

A abstenção dos três presidentes de junta de freguesia eleitos pelo PS foi decisiva para a aprovação do orçamento e plano de actividades da Câmara Municipal de Alcanena.

Com os votos contra de toda a oposição (PS, PSD; CDS e PCP), apenas a abstenção dos autarcas socialistas de Serra de Santo António, Louriceira e Malhou possibilitou a aprovação do orçamento em Assembleia Municipal, esta quarta-feira, do orçamento proposto pelo executivo dos Independentes do Concelho de Alcanena (ICA).

O orçamento que apresenta um valor de 15 milhões de euros, inferior em cerca de dois milhões que em 2007, já havia recebido os votos contra da oposição (PS e PSD) durante a votação no executivo municipal alcanenense.

O executivo camarário justificou o menor investimento com a existência de projectos sem verbas definidas e que pretende candidatar ao Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), assegurando que as intervenções prioritárias são a mobilidade, a competitividade e educação.

P.S. Retirado aqui do Mirante online. Sem comentários...

Vila Natal em Óbidos



Por si só, Óbidos já é cartaz turístico nacional e internacional. Mas Óbidos quer mais, e nos últimos anos tem levado a efeito vários eventos de promoção. Uma das apostas tem sido o Natal. E este ano prometem mais e mais...
Tenciona visitar a Vila Natal? Então saiba tudo AQUI »»»

19 dezembro, 2007

A Importância do Presidente da República - Parte II

Por vezes sou um pouco injusto, e todos sabemos que o trabalho deve ser imenso, pelo que no site da CMA tudo demora o seu tempo.

Dá a sensação que "trabalham de empurrão", mas afinal sempre acabaram por publicar, hoje, a notícia da inauguração do Carsoscópio e consequente visita do Presidente da República ao Concelho de Alcanena. E até publicaram 4 fotos, das quais destacamos esta, em que ainda conseguimos ver o nariz do Presidente Cavaco Silva.



PS: As melhores fotos devem ter ficado guardadas para a "revista amarela" a publicar nas próximas eleições.

Plano de Acção Operacional ALCANENA 2013

Finalmente, cheguei ao fim da página 326! Nem acredito. Também estive fora 2 dias, por motivos familiares.

Bem, a maior partes das páginas são uma descrição dos três tipos de medidas a implementar (projectos estruturantes, programas e acções) de acordo com os oito objectivos estratégicos definidos. Num artigo anterior comentei apenas a parte relativa à criação de museus. Agora vou tentar dar uma panorâmica mais geral.

A reunião da Assembleia Municipal não é já hoje?

O plano arrola 72 medidas categorizadas de acordo com os tais oito objectivos estratégicos acima referidos. Um resumo de todas elas pode ser visualizado nas páginas 312 a 315. E ficamos impressionados com a grandeza dos números. O custo estimado total de todas estas medidas ascende a um pouco mais de 147 milhões de euros. Ou seja, cerca de 29,4 milhões de contos!

Vamos então dividir estes montantes por objectivos:



daqui se inferindo que o apoio ao desenvolvimento de actividades económicas e empresariais abarca mais de 50% do total a investir. Também é de destacar que em segundo lugar surgem as medidas ligadas às acessibilidades. Nada a apontar aqui.

O problema surge quando vamos analisar, em cada categoria, a medida com maior peso:



pois verificamos que, à excepção do desporto e cultura, uma unica medida é responsável por mais de 50% do valor atribuído na sua categoria. Ou seja, 8 medidas têm um peso superior a 75% no montante total. Uma clara concentração.
E, afinal, os incentivos ao desenvolvimento económico do concelho concentram-se na sua quase totalidade na construção da «plataforma logística do médio Tejo». Já nas acessibilidades 73% da verba total vai para a construção da «circular sul de Alcanena», o que aliado ao montante afectado à finalização da circular urbana de Alcanena (2500 milhares de euros) deixa apenas disponíveis 3565 milhares de euros ao melhoramento das vias do concelho já existentes.

No que respeita a Minde, só temos 3 medidas directamente ligadas à nossa localidade:
  • Museu do Têxtil com 1880 milhares de euros
  • Museu Roque Gameiro com 500 milhares de euros
  • Parque Industrial com 1957 milhares de euros

o que no total nem chega a 3 por cento do investimento previsto. Depois temos no «reordenamento da rede escolar» uma referência à escola secundária de Minde e nas acessibilidades, a inevitável estrada Minde-Vale Alto.

Pergunto: a Câmara vai investir quase 2 milhões de euros no Parque Industrial de Minde e nada é referido quanto às acessibilidades deste Parque Industrial, sobretudo na construção de novas vias de acesso? Um factor de sucesso para o êxito dum Parque Industrial é a sua localização e facilidade de acesso.

Esperemos para ver, mas a parte norte do concelho continua a ser o parente pobre desta autarquia. Nem sequer estudos para a construção de um parque industrial no limite norte da nossa freguesia, junto à Auto-Estrada.

P.S. Em relação ao meu anterior artigo sobre os Museus, o montante total de custo estimado para museus é mesmo o de 8 milhões e 230 mil euros.

Natal Minderico



Feliz terraizinho judaico e cópio planeta ancho que há-de vir!
A todos os charales, covanos e carranchanos jordo os meus fredericos de cópio terraiozinho judaico. Sou vila franca que este terraiozinho judaico vos jorde tudo de cópio, com uma fusca no parreiral com os videiros e ladinos, cheia de balhelhas, navega e mota bem cópio. Fredericos também de um planeta ancho que há-de vir com muito engenho e acima de tudo cópia maqueda. E já agora que a piação do Ninhou jorde um planeta ancho mais cópio que os demais!

Um cruzeiro da carranchana

Vera Ferreira

SMS
A Vera também nos enviou um pequeno texto que podemos copiar e enviar neste Natal aos n/ amigos e familiares:


Fredericos de cópio terraiozinho judaico e de um planeta ancho que há-de vir com muita maqueda. Do/a carranchano/a (nome)”


Decorações de Natal
O centro da Vila de Minde está decorado com uma iluminação natalícia. Podia estar melhor, e é pena que na Avenida não exista qualquer coisa, mas é melhor que nada.
As habituais imagens do presépio, este ano também não saíram à rua, tendo sido substituídas por uma imagem na JFM. A Capela de S. António lidera o raking da melhor iluminação.

Para incentivar as decorações, o JAZZminde e o Natura Minde já lançaram uma campanha dirigida aos particulares para se "esmerarem" na decoração de Montras, Varandas, Janelas, Jardins, Edifícios, etc.
Colabore, Participe e Ganhe Prémios !!!